Yu-gi-oh!

Yu-gi-oh!
dragão branco de olhos azuis, dragão luminoso de olhos azuis e dragão supremo de olhos azuis.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Táticas para cobrar o aluguel.

                                                  



sábado, 25 de dezembro de 2010

domingo, 19 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

domingo, 14 de novembro de 2010

O Escaravelho do Diabo.


Ficha técnica.

Autor: Lúcia Machado de Almeida

Idioma: português

País: Brasil

Assunto: ética e cidadania

Gênero: suspense Série

Coleção: Vaga-Lume 12ºedição

Ilustrador: Mario Cafiero

Arte de capa: Mario Cafiero

Editora: Ática

Lançamento: 1972

Sinopse.
“O Escaravelho do Diabo” é um clássico livro brasileiro lançado em 1972 na coleção Vaga-Lume. Foi escrito por Lúcia Machado de Almeida e ilustrado por Mario Cafiero, até hoje foram feitas vinte e seis edições deste livro. Foi selecionado para o Programa Nacional de Biblioteca da Escola em 1999. Trata-se de um livro de histórias policiais, em que a história gira em torno de assassinatos seguidos. As vítimas são todas ruivas legítimas, com a coloração capilar que lembra o fogo. Antes de morrer recebem um estranho pacote embrulhado, que contém dentro um escaravelho e que depois descobrem o nome cientifico que parece anunciar sua morte. Tudo começa com o assassinato de Hugo. Seu irmão Alberto, estudante de medicina, com a ajuda de Inspetor Pimentel e subinspetor Silva resolvem solucionar o mistério. Em uma de suas buscas pelo assassino de seu irmão e de outros ruivos da cidade, Alberto conhece Verônica, uma simpática senhorita que vive na pensão de Cora O’Shea, a partir disto, Alberto se vê dividido entre solucionar o mistério da morte de seu irmão, ou conquistar o amor de Verônica.

Personagens principais.  
Alberto: Estudante de medicina, um dos solucionadores do crime, irmão de Hugo .

Verônica: Hospede da pensão de Cora O'Shea, estudante de música.

Mr. Graz: Suíço, professor de línguas, muito amigo de verônica, hóspede de Cora O'Shea.

Inspetor Pimentel: Inspetor que cuida do caso de Hugo, e das outras vítimas. 

Rachel Saturnino: Única sobrevivente aos ataques do "inseto". Tem ciúmes de Verônica com Alberto

Cora O'Shea: Irlandesa dona da pensão.Mãe de Clarence O'Shea. 

Mr Gedeon: Americano, hóspede de Cora O'Shea. 

Sub-inspetor Silva: Ajudante do Inspetor Pimentel e Alberto, aparece pouco no livro. 

Elza: Copeira da pensão de Cora O'Shea, uma das suspeitas do crime mas prova inocência.

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Escaravelho_do_Diabo

http://forum.angolaxyami.com/livros-o-melhor-da-literatura/39249-livros-para-todos-infanto-juvenil-o-escaravelho-do-diabo-lucia-machado-de-almeida-colecao-va.html

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Anti-venom.




  Nome: Edward Brock

Nome original: Anti-venom 

Licenciador: Marvel Comics

Uma versão invertida de Venom, não se sabe se ele é bom ou mal.
Anti-venom é um personagem criado pela Marvel comics e participou das histórias do homem-aranha. Eddie Brock é o Anti-venom, mas existe uma trama que explica como Eddie se tornara o Anti-Venom.

Introdução.

Eddie Brock enquanto reza em uma igreja, é descoberto pelo filantropo Martin Li que é secretamente Sr.Negativo, Depois de Matt Murdock provar que Eddie é inocente Ao ser agredido por Mac Gargan, o Venom simbiose tenta deixar de se relacionar com Gargan e volta para Brock. No entanto, a pele de Brock é cáustico ao seu antigo simbiose, bem como uma substância branca se infiltra em seus poros cobrindo seu corpo, Brock se torna Anti-Venom (também conhecido como Venom Branco).

História.
Venom vs Anti-Venom
Eddie Brock, anteriormente, foi possuído por um simbionte alienígena, o mesmo que havia se unido ao Homem-Aranha, tornando-se a primeira versão do uniforme negro. Pelo fato de Brock ter sido desmascarado por Peter Parker, e devido ao simbionte ter sido expulso pelo seu primeiro hospedeiro, Eddie se uniu à criatura e ambos se tornaram a primeira versão do Venom. Depois de tantas lutas contra o herói aracnídeo, Eddie descobriu que possuía câncer, e que a doença se desenvolveu por causa da união simbiótica: ambos, então, se separam. O simbionte é leiloado, vindo a assumir uma segunda versão do Venom através da união com o filho de Don Fortunato, que morreu pouco tempo depois. Não demorou muito, e a criatura uniu-se a Donald Mac Gargan, bandido psicótico que, por anos, foi o Escorpião, um dos inimigos clássicos do Aranha: ele, então, torna-se a versão mais sádica do Venom.
Tempos depois, Eddie descobre que, misteriosamente, curou-se do câncer. Assim que retorna ao abrigo onde passou a viver, depois de receber a boa notícia, ele vê o local sendo atacado pelo atual Venom, que, a mando de Norman Osborn, estava caçando o Homem-Aranha. Reconhecendo Brock, Venom muda, então, de alvo, atacando seu hospedeiro anterior. De repente, sai da pele de Eddie uma espuma que queima o simbionte: essa espuma cobre Brock e, assim, ele se torna a versão branca de Venom, o Anti-venom. Seu principal poder é drenar os poderes dos seus inimigos através do contato direto, tornando-os humanos comuns. Todavia, isso passa a ser uma ameaça para os heróis. Inclusive ao Homem-Aranha, que foi atacado pela criatura, que queria "curá-lo" dos vestígios do simbionte e, também, anular a alteração radioativa no seu sangue. Apesar disso, o Anti-Venom está do lado do bem - diferente do Venom, que continua do com suas ações malignas.

Última Aparição do Anti-Venom.
Novo Venom

Norman Osborn fez uma armadura similar ao uniforme do Escorpião, para que o simbionte alienígena recuperasse suas forças. A armadura contém uma substância no ferrão, que Norman injetou em Gargan para eliminar a substância Anti-Venom do seu corpo. Gargan lutou contra o Anti-Venom, tentando eliminar a versão alterada do simbionte do corpo de Brock com a substância do seu ferrão. Por muito pouco, Brock não foi morto: o simbionte original não deixou Gargan matá-lo. Derrotado, o Anti-Venom recuperou suas forças logo depois. Atualmente, o novo anti-herói vive se escondendo, pois lutou ao lado do Homem-Aranha - acusado de ser um assassino serial.



Aparições.

Anti-venom apareceu pela primeira vez em Amazing spider-man #569 nos EUA e no Brasil, na revista Homem-aranha #93.

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anti-venom

http://www.guiadosquadrinhos.com/personbio.aspx?cod_per=14475&nome=Anti-Venom

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Carnificina.


Carnificina é um personagem de arte sequencial do universo do Homem-Aranha. Ele foi criado pelo roteirista de quadrinhos David Michelinie.

Ficha técnica.

Nome verdadeiro: Cletus Kasady

Ocupação atual: Assassino Psicopata

Poderes sobre-humanos: Suas mãos podem se transformar em várias armas como serras, machados, etc.

Origem: Cletus Kasady era companheiro de cela de Eddie Brock (venom), mas quando Venom fugiu da cela, uma semente do seu simbionte ficou na cela e tomou Cletus como hospedeiro, virando o Carnificina. A partir daí Cletus ficou mais louco ainda, e só pensa em matar, matar, e matar!

Principais aparições : No Brasil, a principal aparição dele foi na minissérie "CARNIFICINA TOTAL" (1996), onde ele se soltou da prisão, e saiu matando gente por Nova Iorque.

Principais Inimigos: Venom e Homem Aranha.


Introdução.

Cletus Kasady era um perigoso assassino serial, até ser preso e passar a cumprir pena na Ilha Ryker. Lá, dividia sua cela com Eddie Brock, nessa época separado de seu simbionte. Quando o simbionte invadiu a cela e resgatou Ed, deixou para trás uma gota de si, que, na verdade, era uma cria, uma espécie de filho. Essa gota entrou em contato com Kasady e, quando se desenvolveu, fez com que ambos se tornassem o Carnificina.
Imediatamente, Cletus fugiu e começou uma série de assassinatos que fizeram com que o Homem-Aranha fosse ao seu encalço e pedisse a ajuda de Venom – que nessa época ainda odiava o aracnídeo, mas também se considerava um protetor dos inocentes. Juntos, os dois conseguiram deter Cletus. No entanto, essa foi apenas o primeiro de muitos confrontos que viriam a acontecer entre os três.
O Carnificina tem um aspecto que lembra uma mescla entre os visuais do Homem-Aranha e de Venom. Ele foi criado quando a Marvel percebeu o quão poderia lucrar com Venom, ainda mais se criassem um inimigo que fosse comum entre ele e o Homem-Aranha. O simbionte de Cletus é mais poderoso do que o de Venom. Isso aliado à insanidade de Cletus – cujo único objetivo é matar o maior número de pessoas possível – fez dele um dos inimigos mais perigosos do Aranha. Sua imagem foi explorada ao máximo pela Marvel e Kasady foi o vilão responsável por originar "Maximum Carnage", mini-série co-estrelada por uma série de vilões do terceiro time
da Marvel, como Shriek, Carniça, Duende Demoníaco e uma versão alienígena do Homem-Aranha. Para combatê-los, o Aranha contou com a ajuda de uma série de personagens das mais diferentes categorias: Capitão América, Punho de Ferro, Deathlock, Manto e Adaga, Gata Negra, Morbius e, obviamente, Venom.

História.

Seu nome real é Cletus Kassady. O jovem Kassady não era um bom exemplo de juventude, sendo sempre cínico cruel e sem bons sentimentos. Aparentemente Cletus sempre teve um relacionamento conturbado com seus pais. Em uma das ocasiões mais traumáticas de sua vida, Cletus, após ser flagrado torturando seu cachorro, foi atacado por sua mãe. O desespero da mulher era tanto que ela tentou matá-lo. Mas ela foi impedida pelo pai de Cletus, que acabou matando-a por espancamento. Cletus não esboçou reação para protegê-la. Após esse incidente, no julgamento de seu pai, ele alegou que sua mãe foi assassinada sem motivo algum. Seu pai foi executado na cadeira elétrica. Agora um órfão, Cletus foi mandado ao Orfanato St. Estes, onde ele recebeu um tratamento hostil e cruel por parte dos outros garotos e dos que ali trabalhavam. Cletus se vingou deles, matando o administrador do orfanato e ateando fogo ao lugar.
Cletus justifica seus atos com uma absurda filosofia de que o universo é essencialmente caótico e que lei e ordem são perversões. Mais tarde, Cletus agia como assassino em série, mas as autoridades conseguiram pegá-lo. Na prisão, seu companheiro de cela era Edward Brock. Este era hospedeiro de uma entidade alienígena simbionte, que, juntos, formavam a criatura Venom. Aconteceu que a entidade de Edward voltou para seu corpo. Venom escapou da prisão, mas deixou um fragmento do alienígena pelas paredes da cela. Tal fragmento na verdade era um filho do simbionte e se uniu à Cletus. Dessa união, surgiu Carnificina. O simbionte, aumentando a natureza psicótica de Cletus, deixou-o mais instável mentalmente e mais perigoso.

O primeiro confronto.

Após se transformar, Carnificina iniciou sua carreira de homicídios sem sentido e inicialmente o Homem-Aranha pensou que o culpado das atrocidades seria Venom (Eddie Brock), devido às testemunhas confessarem que o assassino parecia usar um uniforme que estava vivo, mas depois de fazer várias pesquisas e entrevistas como Peter Parker, o herói concluiu que o culpado era o ex-colega de cela de Eddie Brock, Cletus Kassady. As pistas conduziram o Aranha até o orfanato St. Estes e lá houve o primeiro combate entre ele e Carnificina, mas o vilão escapou.
Concluindo que precisaria de uma ajuda especial para derrotar o novo inimigo, o herói decide recrutar seu amigo Johnny Storm, o Tocha Humana, para juntos trazerem Venom de volta de uma ilha, onde se concluiu o quarto combate entre Venom e o Homem-Aranha. O vilão decidira ficar na ilha após estar convencido de que havia matado o Homem-Aranha, quando na verdade foi enganado pelo herói por meio de uma explosão forjada e um esqueleto falso vestido com o uniforme do Homem-Aranha, enquanto o herói estava a salvo, nadando secretamente até um navio e assim abandonando Venom na ilha deserta. Mas ao ficar perplexo ao ver que o herói aracnídeo ainda estava vivo, Venom ascendeu sua fúria e iniciou uma luta onde por muito pouco não liquida a dupla de heróis. Com dificuldade, o Aranha consegue explicar a situação a Venom e este
concorda em ajudá-lo, já que o vilão não achava justo que Cletus usasse seu simbionte para matar inocentes.
Unidos pela primeira vez, Homem-Aranha e Venom trabalham juntos a fim de deter Carnificina, mas este se mostra mais forte que os dois juntos, apesar dele aparentemente temer enfrentá-los ao mesmo tempo por fugir sempre. Venom explicou que talvez a força de Carnificina tenha sido o resultado de o simbionte dele ter nascido na Terra e não no mundo de sua origem: a gestação num planeta diferente deu à criatura poderes aperfeiçoados.
A luta definitiva do combate acontece no Madison Square Garden, que estava lotado devido a um show de rock. Em frente a centenas de espectadores, Carnificina pretendia fazer de J. Jonah Jameson, a quem havia sequestrado, um mártir e conseguir seguidores. Homem-Aranha e Venom chegam para impedí-lo e conseguem destruir temporariamente o simbiose de Cletus com altíssimas ondas sonoras. Após a vitória, Venom investe contra o Homem-Aranha e tenta estrangulá-lo para concluir sua vingança, mas é nocauteado por Reed Richards com sua arma sônica, que chegou no último momento junto ao Tocha Humana e salvou o herói da morte.
O Carnificina, futuramente, viria a morrer destroçado pelo herói Sentinela.

Poderes.

O simbionte deu a Cletus as habilidades a seguir: 

Uma força fora do normal; 

Velocidade e agilidades sobre humanas;

Imunidade ao sentido de aranha de Peter parker; 

Capacidade de aderir às superfícies; 

Fator de cura (usando seus tentáculos para absorver a força vital da vitima); 

Capacidade de criar teias; 

Capacidade de disfarçar o simbionte como roupas normais. 

Capacidade de manipular o simbiose, fazendo-o se esticar outras verões do vilão, possui tentáculos saindo de qualquer parte do corpo. Esses tentáculos são capazes de também serem manipulados criando escudos, machado, revólver, espada, etc. 

"sentido de aranha".

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnificina_%28Marvel_Comics%29

http://homemaranha.tripod.com/carnificina/

http://www.fortunecity.com/underworld/caterpillar/714/inimigo.htm

sábado, 6 de novembro de 2010

Venom.





 Venom é o nome dado a diversas personagens do Universo Marvel. O nome refere-se a todos (exceto o Homem-Aranha) os hospedeiros do simbionte alienígena que foi trazido à Terra pelo herói aracnídeo.
A característica marcante de Venom, além do uniforme negro, é a desproporcional e assustadora mandíbula, desenhada no traço de Todd Mac Farlane.
A origem do simbionte alienígena foi mostrada no evento intitulado Guerras Secretas, quando foi usado como "uniforme" pelo próprio Homem-Aranha (que então não sabia que este era uma criatura viva). Assim, o Homem-Aranha livrou-se do alienígena, porém algum tempo depois usou um uniforme de tecido comum, idêntico ao alienígena, feito pela sua então namorada Gata Negra. Esse período foi batizado de "A Saga do Uniforme Negro" e ele (Homem-Aranha) foi chamado de Aranha-Negra. Mas, a pedido de sua esposa Mary Jane, logo após ter enfrentado e derrotado Venom pela primeira vez (tanto Venom quanto o Homem-Aranha usavam o uniforme negro durante a luta e estavam quase idênticos), Peter Parker abandonou o uniforme negro e o jogou numa lareira, dizendo que não tinha intenção de usar o mesmo uniforme de um maníaco-homicida.
Outros simbiontes alienígenas já apareceram nas revistas Marvel, como o que unido ao corpo de Cletus Casady forma a criatura conhecida como Carnificina. Recentemente o Escorpião (HQ) foi infectado pelo simbionte.
Apesar de ser sem sombra de dúvida um vilão e ter óbvias tendências psicóticas, Eddie Brock como o Venom se considerava um defensor dos inocentes, e vê o Homem-Aranha como o responsável por sua ruína pessoal. Algumas histórias, em que o Aranha sequer aparece, focam mais esse aspecto de anti-herói. Venom inclusive já realizou tarefas pro departamento de defesa dos Estados Unidos em troca da comutação de uma pena de morte.

Ficha técnica.

Nome verdadeiro: Eddie Brock

Ocupação atual: Destruir o Homem Aranha.

Poderes sobre humanos: Força advinda do seu simbionte, que tem capacidade de lançar teia e responde a qualquer comando com o pensamento.

Origem : Após o Homem Aranha se livrar do Simbionte Alienígena na Igreja, Eddie Brock foi até lá e foi tomado pelo simbionte como hospedeiro, tornando-se Venom.

Principais aparições: Sempre tá aprontando alguma nas revistas do Homem Aranha e da Teia do Aranha, mas no Brasil ainda não teve nenhum especial dele. Sua primeira aparição nos EUA foi em ASM #300

Principais Inimigos: Carnificina e Homem Aranha (mas com o Homem Aranha ele já fez uma aliança para derrotar o Carnificina na minissérie "CARNIFICINA TOTAL").

Hospedeiros.

Homem-Aranha
"Homem-Aranha" Peter Parker encontrou a "nova roupa" durante as Guerras Secretas e depois a trouxe para Terra. Peter gostou de seu novo uniforme, mas ele percebeu que, ao usá-lo, estava se transformando numa pessoa ruim, além de ter que estar sempre em ação. Ao descobrir que se tratava de um simbionte alienígena, que se alimentava de sua energia vital para sobreviver, o Homem-Aranha decidiu se livrar do "uniforme".



Eddie Brock

"Eddie Brock" O Venom original. Era um jornalista fracassado, que, nas horas vagas, dedicava-se intensamente à musculação. Um dia, ao confessar seus pecados e mágoas, fundiu-se ao simbionte alienígena (escondido na capela onde Eddie rezava), e tornou-se o psicótico Venom, um dos poucos vilões que sabia a identidade secreta do Homem-Aranha. Por anos, perseguiu o herói, quase matando-o em algumas oportunidades. Por fim, acabou abandonado pelo simbionte, devido ao câncer que desenvolveu. Apesar de ter sido um paciente terminal da doença, resquícios do simbionte alienígena sofreram mutação e curaram o câncer, além de transformar Eddie no Anti-venom, inimigo do Venom atual.




Angelo Fortunado
"Angelo Fortunado" Este teve uma vida de crimes curta. Ele foi humilhado pelo pai que era criminoso e atacou o Homem-Aranha no Colégio. Após fundir-se ao simbionte e ser vergonhosamente derrotado pelo Homem-Aranha em batalha, o simbionte considerou-o um hospedeiro indigno e o abandonou durante uma queda, deixando-o morrer. Apareceu apenas em duas histórias em quadrinhos.









Mac Gargan
"Mac Gargan" é o Venom atual e que vai aparecer nas séries dos Thunderbolts e da Guerra Civil. Ele é o antigo Escorpião, um dos piores inimigos do Homem-Aranha.


















Hospedeiras.

Existem duas mulheres que usaram o codinome She-Venom:


She-Venom
Anne Weying é a primeira She-Venom da Marvel Comics, ela era esposa de Eddie Brock.
A detetive Patricia Robertson é a segunda She-Venom que apareceu na Série do Venom (antes de ter que tratar seu câncer e deixar de ser Venom).














 Realidades Alternativas.

Em Zumbis Marvel, Eddie é um dos infectados pelos zumbis que rodeiam a Terra, quando este ataca o Homem-aranha ele usa seus recém adquiridos
poderes para matar Venom, e este retruca "a simbiose esta me deixando, eu não sou mais o hospedeiro perfeito.

" Em Ultimate Spider-Man (Marvel Millenium), Eddie Jr. é um distante amigo de infância de Peter Parker, filho do sócio do pai do Homem-Aranha; se tornou o assassino Venom ao vestir o traje criado pelos pais dos dois, o similar do simbionte alienígena da trama principal de Homem-Aranha. 

Na Terra X, May "Mayday" Parker se tornou Venom após a morte de sua mãe Mary Jane Watson.

Em Garota-Aranha, Normie Osborn III, neto de Norman Osborn, se tornou Venom. 

Em Marvel Mangaverso, o Venom faz parte do Clã Ninja do Homem-Aranha.

Personagens ligadas/Com Mesmos poderes ao Venom

Carnificina 

Grito

Homem-Aranha 

Simbiose 

Mulher-Aranha 

Tarântula Negro 

Agonia(Marvel Comics)

Retirado do site:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Venom_%28Marvel_Comics%29

http://www.marvelnoticias.com/index.php?act=viloes/venom

http://www.fortunecity.com/underworld/caterpillar/714/inimigo.htm

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dragões.


Dragões ou dragos (do grego drákon, δράκων) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano, muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes.
Em vários mitos eles são apresentados literalmente como grandes serpentes, como era inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de ser presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.

Origem dos mitos.

Os Dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mito, criados pela humanidade.
Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões.
Por terem formas relativamente grandes, geralmente, é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo.
As mais antigas representações mitológicas de criaturas consideradas como dragões são datadas de aproximadamente 40.000 a. C., em pinturas rupestres de aborígines pré-históricos na Austrália. Pelo que se sabe a respeito, comparando com mitos semelhantes de povos mais contemporâneos, já que não há registro escrito a respeito, tais dragões provavelmente eram reverenciados como deuses, responsáveis pela criação do mundo, e eram vistos de forma positiva pelo povo.

Dragões para a mitologia.

Dragões ao redor do mundo.

A imagem mais conhecida dos dragões é a oriunda das lendas europeias (celta/escandinava/germânica), mas a figura é recorrente em quase todas as civilizações antigas. Talvez o dragão seja um símbolo chave das crenças primitivas, como os fantasmas,
zumbis e outras criaturas que são recorrentes em vários mitos de civilizações sem qualquer conexão entre si.
Há a presença de mitos sobre dragões em diversas outras culturas ao redor do planeta, dos dragões com formas de serpentes e crocodilos da Índia até as serpentes emplumadas adoradas como deuses pelos astecas, passando pelos grandes lagartos da Polinésia e por diversos outros, variando enormemente em formas, tamanhos e significados.

Azi Dahaka
Dragão no Médio Oriente.

No Médio Oriente os dragões eram vistos geralmente como encarnações do mal. A mitologia persa cita vários dragões como Azi Dahaka que aterrorizava os homens, roubava seu gado e destruía florestas. Os dragões da cultura persa, de onde aparentemente se originou a ideia de grandes tesouros guardados por eles e que poderiam ser tomados por aqueles que o derrotassem, hoje tema tão comum em histórias fantásticas.








Mushussu
Dragões na Mesopotâmia.

Na antiga Mesopotâmia também havia essa associação de dragões com o mal e o caos. Os dragões dos mitos sumérios, por exemplo, frequentemente cometiam grandes crimes, e por isso acabavam punidos pelos deuses — como Zu, um deus-dragão sumeriano das tempestades, que em certa ocasião teria roubado as pedras onde estavam escritas as leis do universo, e por tal crime acabou sendo morto pelo deus-sol Ninurta. E no Enuma Elish, épico babilônico que conta a criação do mundo, também há uma forte presença de dragões, sobretudo na figura de Tiamat. No mito, a dracena (ou dragão-fêmea) Tiamat, apontada por diversos autores como uma personificação do oceano, e seu consorte mitológico Apsu, considerado como uma personificação das águas doces sob a terra une-se e dão à luz os diversos deuses mesopotâmicos. Apsu, no entanto, não conseguia descansar na presença de seus rebentos, e decide destruí-los, mas é morto por Ea, um de seus filhos. Para vingar-se, Tiamat cria um exército de monstros, dentre os quais 11 que são considerados dragões, e prepara um ataque contra os jovens deuses. Liderados pelo mais jovem entre eles, Marduk, que mais tarde se tornaria o principal deus do panteão babilônico, os deuses vencem a batalha e se consolidam como senhores do universo. Do corpo morto de Tiamat são criados o céu e a terra, enquanto do sangue do principal general do seu exército, Kingu, é criada a humanidade. O Dragão de Mushussu é subjugado por Marduk, se tornando seu guardião e símbolo de poder.

São Jorge e o dragão
Dragões na Bíblia.

Os dragões segundo a cultura cristã são aqueles que mais influenciaram a nossa visão contemporânea dos dragões.
Muito da visão dos cristãos a respeito de dragões é herdado das culturas do médio oriente e do ocidente antigo, como uma relação bastante forte entre os conceitos de dragão e serpente e a associação dos mesmos com o mal e o caos.
De acordo com o Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, no Antigo Testamento, dragões tipificam os inimigos do povo de Deus, como em Ezequiel 29:3. Ao fazer isso, associa-se a ideia das mitologias de povos próximos, para dar maior entendimento aos israelitas. É por isso que a Septuaginta, na sua narrativa da história de Moisés, traduz "serpente" por "dragão", para dar maior glória à ação de Deus (Êxodo 7:9-12).
Há ainda, no antigo testamento, no Livro de Jó 41:18-21, a seguinte descrição: 18 Os seus espirros fazem resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pestanas da alva. 19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela. 20 Dos seus narizes procede fumaça, como de uma panela que ferve, e de juncos que ardem. 21 O seu hálito faz incendiar os carvões, e da sua boca sai uma chama.
Em Isaías 30:6, há citado um "áspide ardente voador”, junto com outros animais, para ilustrar a terra para onde os israelitas serão levados, pois o contexto do capítulo é sobre a repreensão deles. No Novo Testamento, acha-se apenas no Apocalipse de São João, utilizado como símbolo de satanás.
O Leviatã, a serpente/crocodilo cuspidora de fumaça do livro de Jó, também é considerado um dragão bíblico, embora não seja apresentado como um ser maligno e sim como uma criação de YHWH (Iavé, nome do deus da Bíblia). Os dragões nas histórias cristãs acabaram por adotar esta imagem de maldade e crueldade, sendo como representações do mal e da destruição.
O caso do mais célebre dragão cristão é aquele que foi morto por São Jorge, que se banqueteava com jovens virgens até ser derrotado pelo cavaleiro. Esta história também acabou dando origem a outro clássico tema de histórias de fantasia: o nobre cavaleiro que enfrenta um vil dragão para salvar uma princesa.

Quetzalcoatl
Dragões na América pré-colombiana.

Os dragões aparecem mais raramente nos mitos dos nativos americanos, mas existem registros históricos da crença em criaturas "draconídeas".
Um dos principais deuses das civilizações do golfo do México era Quetzalcoatl, uma serpente alada. Nos mitos da tribo Chincha do Peru, Mama Pacha, a deusa que zelava pela colheita e plantio, era às vezes descrita como um dragão que causava terremotos.
O mítico primeiro chefe da tribo Apache (que, segundo a lenda, chamava-se Apache ele próprio) duelou com um dragão usando arco e flecha. O dragão da lenda usava como arco um enorme pinheiro torcido para disparar árvores jovens como flechas. Disparou quatro flechas contra o jovem, que conseguiu se desviar de todas. Em seguida foi alvejado por quatro flechas de Apache e morreu.
No folclore brasileiro existe o Boitatá, uma cobra gigantesca que cospe fogo e defende as matas daqueles que as incendeiam.
Jormungand
Dragões nas lendas européias.

No ocidente, em geral, predomina a idéia de dragão como um ser maligno e caótico, mesmo que não seja necessariamente esta a situação de todos eles. Nos mitos europeus a figura do dragão aparece constantemente, mas na maior parte das vezes é descrito como mera besta irracional, em detrimento do papel divino/demoníaco que recebia no oriente.
A visão negativa de dragões é bem representada na lenda nórdica ou germânica de Siegfried e Fafnir, em que o anão Fafnir acaba se transformando em um dragão justamente por sua ganância e cobiça durante sua batalha final contra o herói Siegfried. Nesta mesma lenda também pode ser visto um traço comum em histórias fantásticas de dragões, as propriedades mágicas de partes do seu corpo: na história, após matar Fafnir, Siegfried assou e ingeriu um pouco do seu coração, e assim ganhou a habilidade de se comunicar com animais.
Serpentes marinhas como Jormungand, da mitologia nórdica, era o pesadelo dos Vikings; por outro lado, a proa de seus navios eram entalhadas com um dragão para espantá-lo.
Na mitologia grega, também é comum ver os dragões como adversários mitológicos de grandes heróis, como Hércules ou Perseu. De acordo com uma lenda da mitologia grega, o herói Cadmo mata um dragão que havia devorado seus liderados. Em seguida, a deusa Atena apareceu no local e aconselhou Cadmo a extrair e enterrar os dentes do dragão. Os dentes "semeados" deram origem a gigantes, que ajudaram Cadmo a fundar a cidade de Tebas.
Sláine, Cuchulainn e diversos outros heróis celtas enfrentaram dragões nos relatos dos seus povos.
A lenda polonesa do dragão de Wawel conta como um terrível dragão foi morto perto da atual cidade de Cracóvia.
Durante a idade média as histórias sobre batalhas contra dragões eram numerosas. A existência dessas criaturas era tida como inquestionável, e seu aspecto e hábitos eram descritos em detalhes nos bestiários da Igreja Católica. Segundo os relatos tradicionais, São Jorge teria matado um dragão.
Muitos povos celtas, por exemplo, possuíam imagens dragões em seus brasões familiares, e há também muitas imagens de dragões como estandartes de guerra desses povos. Assim, ao contar histórias de vis dragões sendo enfrentados e vencidos por nobres heróis cristãos, os escritores cristãos também estavam fazendo uma apologia da sua religião contra as antigas tradições locais. Pode-se fazer até mesmo um paralelo entre as famosas armas de sopro draconianas e a pregação destas religiões: um dragão que sopra nuvens venenosas, por exemplo, poderia também ser usado como metáfora para blasfêmias "venenosas" proferidas por falsos profetas pagãos.
Existem lendas e boatos que existem dragões nas montanhas e florestas Romenas, na região da Transilvânia.
Em Portugal, o dragão mais famoso é a "coca" ou "coca rabixa". A festa da "coca" realiza-se no dia do Corpo de Deus.
No ano de 2006, o Discovery Channel exibiu um documentário dissertando que os dragões realmente existiram. Seriam a evolução de certos répteis. O fogo poderia ser expelido pela boca, pois havia gás metano junto de demais gases dentro do estômago, assim como nós mesmos temos. Semanas após a exibição do documentário ele foi exibido novamente, desta vez anunciando que tudo não passava de pura ficção.

dragões  luciféricos
Dragões na alquimia.

Na alquimia, o dragão expressa a manifestação do ser superior. Há quatro dragões alquímicos; o Dragão do Ar, que é o Mercúrio dos Sábios; o Dragão da Água, o Sal Harmônico; o Dragão do Fogo, o Enxofre dos Sábios; e o Dragão da Terra, o Chumbo dos Sábios, o negrume. Além desses elementos, o sangue do dragão é o ácido e o processo corrosivo do trabalho alquímico. Esses quatro dragões são os quatro aspectos de Lúcifer, o protótipo original do homem-anjo e do homem-besta em seu aspecto primitivo, primordial e superior. O dragão alquímico, ou Lúcifer, é o dragão iniciador da luz e das trevas que são elementos unificados, resultando na consciência espiritual e na aquisição de sabedoria (Sophia). Tal iniciação ocorre nos quatro Elementos alquímicos que são parte do iniciado alquimista.
Segundo o escritor de filosofia oculta, o luso brasileiro Adriano Camargo Monteiro, em seu estudo de dracologia alquímica, o dragão é um hieróglifo dos quatro elementos (Ar, Fogo, Água e Terra), assim como da matéria volátil e da matéria densa, representados pelo dragão alado e pelo dragão sem asas, respectivamente.
Como criatura alada, o dragão luciférico representa os poderes do Elemento Ar e a volatilização. É força expansiva, inteligência, pensamento, liberdade, a expansão psicomental, a elevação espiritual. Como criatura ígnea que é capaz de cuspir fogo, ele possui os poderes do Elemento Fogo, a calcinação, a força radiante, a energia ígnea que cria e destrói. É o aspecto que está relacionado à intuição espiritual que vem como uma labareda, e à vontade espiritual. Como criatura escamosa aquática, o dragão expressa os poderes do Elemento Água, a força fluente e a dissolução da matéria. É o aspecto que simboliza as emoções superiores, a alma, o inconsciente individual como fonte de conhecimento. Como um ser terrestre que caminha sobre quatro patas e habita em profundas cavernas, o dragão representa os poderes do Elemento Terra, a força coesiva, a matéria e o corpo físico do alquimista.
Esses são os perfeitos dragões alquímicos luciféricos, manifestados no iniciado.

Dragões na cultura moderna.

Na modernidade, os dragões se tornaram um símbolo atrativo para a juventude. São criaturas poderosas que dão a ideia de força e controle, ao mesmo tempo em que a capacidade de voar remete à ideia de liberdade. O dragão desenhado no estilo oriental é parte quase obrigatória de logotipos de Academias de Artes marciais pelos motivos já citados e pela sua ligação com a história dos países asiáticos onde estes esportes surgiram.
Dragões aparecem em várias histórias do gênero fantasia, desde O Hobbit de J.R.R. Tolkien com o dragão
Smaug
Smaug, passando por Conan de Robert E. Howard e chegando a filmes modernos como Reino de Fogo, que descreve um futuro apocalíptico, no qual a humanidade foi massacrada pelos répteis. O dragão considerado clássico foi imortalizado principalmente pela
figura de Smaug, em O Hobbit, livro de J. R. R. Tolkien. Seguindo o conceito da cultura cristã ocidental, Smaug era um dragão terrível e destruidor, que reunia grandes tesouros em seu covil na Montanha Solitária. Por ter sido este o romance que praticamente iniciou toda a tradição de literatura fantástica contemporânea, Smaug acabou se tornando o estereótipo do dragão fantástico atual.
Outro conto de C.S Lewis nas Crônicas de Nárnia, mais precisamente em A viagem do Peregrino da Alvorada, conta-se de um Dragão o qual Eustáquio encontra praticamente morto, e com ele um tesouro magnífico, Eustáquio sendo muito ganancioso, pegou um bracelete em meio ao magnífico tesouro, e dormiu na toca do Dragão.Quando acordou no outro dia, pensou que o dragão estava vivo, ou havia outro dragão, por que ele mesmo tornara-se um dragão, e assim o tesouro mostrara-se amaldiçoado.Aslam ajuda Eustáquio a voltar ao normal, mostrando assim o contexto cristão da Crônica.Na história, não explica-se o fato do dragão está morto.
Dando continuidade à mitologia, J. K. Rowling insere dragões em diversos livros de seu bruxo mundialmente célebre, Harry Potter. O livro em que a autora deixa clara a existência atual destas criaturas é o primeiro livro
norberto o dragão norueguês
da série, intitulado "Harry Potter e a Pedra Filosofal". Nesta obra, um dos personagens, Hagrid, ganha em um bar um ovo de dragão, algo que ele sempre desejara. O ovo é chocado no fogo e, após um tempo, um dragãozinho rompe a sua casca e recebe de Hagrid o nome de Norbert. Norbert (ou Norberto na tradução de Lia Wyler) cresce e começa a criar problemas para Hagrid que, enfim, cede à insistência de Harry e seus amigos e doa o dragão a Charlie (Carlinhos), irmão de Rony Weasley que estuda dragões na Romênia.
Dragões são extremamente populares entre jogadores de RPG. Na verdade seu nome mesmo aparece no título do primeiro jogo desse gênero - Dungeons and Dragons. Dragões também são tema recorrente em jogos como Arkanun e RPGQuest.
Os dragões representam em parte a liberdade e o poder que o Homem deseja atingir. E ainda não se conseguiu explicar como é que a ideia de uma criatura, com asas, sopro de fogo, escamas e potencialmente mágica, pode chegar a culturas tão distantes e diferentes como a China Antiga ou os maias e os astecas.
Cita-se na obra O ABISMO psicografada pelo médium Rafael Américo Ranieri o termo "filhos do dragão" na narrativa onde seres horripilantes e com aspectos disformes que perderam a forma humana moradores de locais chamados de abismos e sub-abismos, intitulam-se filhos do dragão, pois este seria como o governador deste local inferior.

O sopro de fogo.

O sopro de fogo dos dragões seria teoricamente possível, caso seus pulmões pudessem separar alguns dos gases que compõe o ar e se fossem de um material tolerante ao calor. A centelha de ignição poderia ser obtida da fricção de dois ossos ou pela ingestão de minerais, que poderiam ser combinados quimicamente para gerar uma reação exotérmica.
Alguns acreditam que as glândulas salivares dos dragões produzissem alguma substância volátil que entrasse em combustão espontânea em contato com o ar como o fósforo branco.
Esta teoria para a origem do Fogo dos Dragões foi explorada no filme Reino de Fogo, onde uma raça adormecida de dragões despertou após a escavação de uma nova linha de metrô em Londres.
Baseada no princípio dos materiais pirofóricos, os dragões possuíam órgãos produtores de líquidos reativos, separados em seus corpos e, portanto estáveis e seguros nessa condição, mas que se uniam em forma de jato combustível quando desejado, á frente de suas bocas quando espirrados a alta pressão por glândulas salivares especiais, se combinando numa espécie de Napalm orgânico extremamente enérgico e inflamável.
Combinando esta mistura com o sopro de ar de expiração rápida do animal, o resultado se traduzia numa potente e longa chama capaz de incendiar e destruir tudo em seu caminho.

Dragões para a biologia.

Dragão-de-komodo.
Existem também dragões verdadeiros no mundo real. Não se tratam realmente de dragões como nas concepções míticas comentadas acima, mas sim de diversos seres vivos que, por alguma semelhança qualquer, foram batizados assim em homenagem as estas criaturas mitológicas.
Existe entre os répteis, por exemplo, o gênero Draco usado para designar espécies normalmente encontradas em florestas tropicais, que possuem abas parecidas com asas nos dois lados do seu corpo, usando-as para planar de uma árvore para outra nas florestas.
Existem diversas espécies de peixes, especialmente de cavalos-marinhos, que possuem nomes populares de dragões.
O dragão-de-komodo (Varanus komodoensis), um grande lagarto que pode chegar ao tamanho de um crocodilo, é um carnívoro e carniceiro encontrado na ilha de Komodo, no arquipélago da Indonésia, e ganhou esse nome devido à sua aparência, que remete aos dragões mitológicos. Acabou se tornando o mais famoso dragão vivente do mundo real. É a maior espécie de lagarto que existe e este réptil já vivia na face da terra muito tempo antes da existência do homem. Possuem em sua saliva bactérias mortais que tornam inútil a fuga de uma presa após levar uma mordida, pois sobrevém uma infecção rápida e letal que a mata em alguns dias. Mesmo apesar de serem tão letais, um dragão não morre caso se morda ou algo assim, pois seu sistema imunológico possui anticorpos que neutralizam as bactérias que habitam sua boca.

Símbolo.

O dragão é atualmente símbolo da China e também foi utilizado como apelido do ex-ator e artista marcial chinês Bruce Lee, mais precisamente "o pequeno dragão".
Também o clube desportivo português, Futebol Clube do Porto, tem como símbolo o dragão, sendo assim apelidado no panorama Lusitano. Símbolo de força, os Dragões moram na Invicta cidade do Porto.

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Drag%C3%A3o

sábado, 30 de outubro de 2010

Historia do Halloween.


A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma corrupção contraída do dia 1 de novembro, "Todo o Dia de Buracos" (ou "Todo o Dia de Santos"), é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo céltico. Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).
O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en.
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.
Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.
O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.

bóboras e velas: Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).
 
 A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.
No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack
pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore. Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.
Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.

Bruxas.

As bruxas têm papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que ela é conhecida como "Dia das Bruxas" em português. Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.
Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!
A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.
O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.

Halloween pelo mundo.
 
A festa de Halloween, na verdade, equivale ao Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, como foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, origem da festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças
populares de cada país.

Espanha

Como no Brasil, comemora-se o Dia de Todos os Santos em 1º de novembro e Finados no dia seguinte. As pessoas usam as datas para relembrar os mortos, decorando túmulos e lápides de pessoas que já faleceram.

Irlanda

A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras).

México

No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas. O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México. As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores. Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada. Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar.

Tailândia 

Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda. Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens. A festividade acontece no primeiro dia das festas budistas.

Alguns significados simbólicos.
 
 
A abóbora: simboliza a fertilidade e a sabedoria.










A vela: indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.









O caldeirão: fazia parte da cultura - como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.











A vassoura: simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.









As moedas: devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados. 


















Os bilhetes: com os pedidos devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.








A aranha - simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.









O morcego - simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.








O sapo - está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.





Gato preto - símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Universo.









Cores:
 
Laranja - cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia vital encontrada na cor laranja.

Preto - cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. Cor do mestre.

Roxo - cor da magia ritualística.

Retirado do site: http://ilove.terra.com.br/lili/palavrasesentimentos/halloween_historia.asp

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Resident Evil 4: Recomeço


Elenco: Milla Jovovich, Ali Larter, Spencer Locke, Jason O'Mara, Wentworth Miller, Shawn Roberts, Boris Kodjoe, Kim Coates, Sienna Guillory.

Direção: Paul W.S. Anderson

Gênero: Terror

Duração: 97 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Estréia: 17 de Setembro de 2010

Sinopse: Em um mundo devastado por um vírus mortal, Alice continua sua jornada para encontrar e proteger os poucos sobreviventes que restaram. Lutando contra a Umbrella, a guerra se torna mais violenta e ela recebe ajuda inesperada de uma velha amiga.
O único lugar que ainda permace aparentemente seguro é Los Angeles, até que a cidade é invadida por milhares de zumbis que trarão terror aos poucos vivos que ainda restam, Alice está prestes a entrar em uma armadilha mortal.

Curiosidades:

» Lançado em 2002, o primeiro filme arrecadou mundialmente mais de US$ 100 milhões. A continuação, 'Resident Evil 2: Apocalipse', que chegou aos cinemas em 2004, obteve US$ 130 milhões. 'Resident Evil 3: Extinção' fez US$ 150 milhões.

» A franquia é baseada numa série de videogame criada no Japão e responsável por popularizar o gênero do "survival horror'' nos games.

» Sienna Guillory retorna como Jill Valentine, personagem de 'Resident Evil 2: Apocalipse'.

» As filmagens de 'Resident Evil 4: Recomeço' duraram 8 semanas.

» Paul W.S. Anderson, diretor do primeiro e produtor e roteirista dos filmes seguintes, retorna ao cargo de diretor. Ele é marido de Milla na vida real.

Trailer



Retirado do site: http://www.cinepop.com.br/filmes/residentevil4.php

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Resident Evil 3: Extinção


Elenco: Milla Jovovich, Oded Fehr, Ali Larter, Iain Glen, Mike Epps, Spencer Locke, Ashanti, Gary Hudson, William Abadie, Linden Ashby, John Eric Bentley, Rick Cramer, Chris Durand, Christopher Egan, Ramón Franco, Valorie Hubbard, Matthew Marsden

Direção: Russell Mulcahy

Gênero: Terror

Distribuidora: Columbia Pictures

Estréia: 05 de Outubro de 2007

Sinopse: Em 'Resident Evil 3: Extinção' os sobreviventes de Raccoon City tentam atravessar o deserto de Nevada na esperança de chegarem até o Alaska. E quem os lidera nessa fuga desesperada é a impetuosa Alice. Voltam à cena Iain Glen, Mike Epps e Oded Fehr. Já os atores Ali Larter e Chris Egan ingressam agora na franquia, inspirada na bem-sucedida na série de videogames.

Curiosidades:

» Foi criado em versão menor para a produção uma Las Vegas soterrada, cheia de cassinos enterrados na areia e um pedaço da Torre Eiffel, enterrada na areia.
» O título anterior, 'Resident Evil Apocalypse', lançado no Brasil pela Columbia Pictures, atraiu em 2004 um público de 1 milhão de pessoas.
» Sienna Guillory, que interpretou Jill Valentine em 'Resident Evil Apocalypse', não retorna para a sequência.

Trailer



Retirado do site: http://www.cinepop.com.br/filmes/residentevil3.htm
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