Yu-gi-oh!

Yu-gi-oh!
dragão branco de olhos azuis, dragão luminoso de olhos azuis e dragão supremo de olhos azuis.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

sábado, 28 de janeiro de 2012

domingo, 22 de janeiro de 2012

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Materialismo histórico.


O materialismo histórico é uma abordagem metodológica ao estudo da sociedade, da economia e da história que foi pela primeira vez elaborada por Karl Marx e Friedrich Engels. O materialismo histórico na qualidade de sistema explanatório foi expandido e refinado por milhares de estudos acadêmicos desde a morte de Marx.
De acordo com a tese do materialismo histórico defende-se que a evolução histórica, desde as sociedades mais remotas até a atual, se dá pelos confrontos entre diferentes classes sociais decorrentes da "exploração do homem pelo homem". A teoria serve também como forma essencial para explicar as relações entre sujeitos. Assim, como exemplos apontados por Marx, temos durante o feudalismo os servos que teriam sido oprimidos pelos senhores, enquanto que no capitalismo seria a classe operária pela burguesia.
Esta teoria de evolucionismo histórico fundamentava o pensamento Marxista que conduziu a o regime comunista pela "Revolução", ou seja, a rebelião das classes operárias contra os capitalistas.
Marx dedicou-se a um estudo intensivo da história, e criou uma teoria que veio a ser conhecida como a concepção materialista da história, que foi exposta num trabalho em que esboça a história dos vários modos de produção, prevendo o colapso do modo de produção vigente. O materialismo histórico é uma teoria sobre toda e qualquer forma produtiva criada pelo homem de acordo com seu ambiente ao longo do tempo, onde se evidencia que os acontecimentos históricos são determinados pelas condições materiais da sociedade. Dentre as idéias do materialismo histórico, relevam-se as questões das forças produtivas e relações de produção.
Marx afirmou que a estrutura de uma sociedade depende da forma como os homens organizam a produção social de bens. A produção social, segundo ele, engloba dois fatores básicos: as forças produtivas e as relações de produção. As forças produtivas constituem as condições materiais de toda a produção. As relações de produção são a forma pelas quais os homens se organizam para executar a atividade produtiva. Assim, as relações de produção podem ser cooperativistas, escravistas, servis e capitalistas.
Forças produtivas e relações de produção são condições naturais e históricas de toda a atividade produtiva que ocorre na sociedade.

Qual o seu fundamento?

Na teoria marxista, o materialismo histórico pretende a explicação da história das sociedades humanas, em todas as épocas, através dos fatos materiais, essencialmente econômicos e técnicos.
Mostra que a história está, e sempre esteve ligada ao mundo dos homens enquanto produtores de suas condições concretas de vida, portanto, tem sua base fincada nas raízes do mundo material, organizado por todos aqueles que compõem a sociedade. Os modos de
produção são históricos e devem ser interpretados como uma maneira que os homens encontraram, em suas relações, para se desenvolver e dar continuidade à espécie.
O propósito de uma história pautada no materialismo aparece como uma oposição ao idealismo. A realidade dos povos, segundo Marx, não pode ser explanada a partir de um parâmetro que entenda as ideias como um fator que figurem em primeiro plano, uma vez que estas somente encontram o seu valor enquanto fornecedoras dos alicerces que sustentam a imensa estrutura econômica, que nada mais é do que o próprio mundo material, o mundo real.
As ideias seriam, então, o reflexo da imagem construída pela classe social dominante. Marx acredita que a manutenção da estrutura econômica se dá mediante essa inversão da realidade, que se encontra no direito, na religião, e nas mais diversas formas de controle.

Retiro do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Materialismo_hist%C3%B3rico

http://www.coladaweb.com/filosofia/materialismo-historico

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

José de Alencar.


José Martiniano de Alencar nasceu em 1º de maio de 1829, em Mecejana, Ceará. Foi fruto do romance entre um padre e sua prima. Contudo, o pai do autor, José Martiniano, abandona o sacerdócio e casa-se com a parenta Ana Josefina de Alencar e se torna senador. Por causa do cargo, Martiniano muda-se com a família para o Rio de Janeiro. Em São Paulo que se prepara para o curso de Direito, no qual ingressa em 1846. Podemos considerar Alencar como o precursor do romantismo no Brasil dentro das quatro características: indianista, psicológico, regional e histórico. Este autor brasileiro utilizou como tema o índio e o sertão do Brasil e, ao contrário de outros romancistas de sua época que escreviam com se vivessem em Portugal, Alencar valorizava a língua falada no Brasil. Ele criou romances que abordam o cotidiano. Deste estilo literário, também conhecido como romance de costumes, destacam-se os livros: Diva, Lucíola e A Viuvinha. Foram também de sua autoria os romances regionalistas: O Sertanejo, O Tronco do Ipê, O Gaúcho e Til. Dos romances históricos fazem parte: As Minas de Prata e A Guerra dos Mascates. No romance indianista de José de Alencar, o índio é visto em três etapas diferentes: antes de ter contato com o branco, em Ubirajara; um branco convivendo no meio indígena, em Iracema e o índio no cotidiano do homem branco, em O Guarani. É dentro do estilo indianista do escritor José de Alencar que está sua obra mais importante: Iracema.
Conclui a faculdade de Direito, em 1850. Durante o tempo de universitário, José de Alencar conviveu com o clima de boemia, mas se recusou a fazer parte dele, ao contrário de seus colegas de curso. Apesar de ser mais conhecido por suas obras literárias, o escritor brasileiro José de Alencar fez também algumas peças de teatro: Nas Asas de um Anjo, Mãe e O Demônio Familiar.
Alguns anos após sua formatura, o autor ingressou na carreira literária como folhetinista no jornal Correio Mercantil com “Ao correr da pena”. Contudo, foi com o citado folhetim “Ao correr da pena” que José de Alencar conseguiu notoriedade, abordando o cotidiano da velha São Paulo de 20 mil habitantes. As figuras femininas são bastante enfatizadas nos romances de José de Alencar, bem como a relação entre amor e dinheiro.

ROMANCES RETRATANDO A VIDA NA CORTE.

No Diário do Rio de Janeiro acontece sua estréia como romancista: em 1856 saem em folhetins, o romance Cinco Minutos. Ao final de alguns meses, completada a publicação, juntam-se os capítulos num só volume que é oferecido como brinde aos assinantes do jornal.
Com Cinco Minutos e, logo em seguida, A Viuvinha, Alencar inaugura uma série de obras em que busca retratar a forma de vida na Corte.
Lucíola, finalmente, resume toda a questão de uma sociedade que transforma amor, casamento e relações humanas em mercadoria: o assunto do romance, a prostituição, obviamente mostra a degradação que o dinheiro pode levar o ser humano a fazer.

UM DRAMATURGO POLÊMICO E DECEPCIONADO.

Alencar estréia como autor de teatro em 1857, com a peça Verso e Reverso, na qual focaliza o Rio de Janeiro de sua época. Alencar fica furioso, acusando a Censura de cortar sua obra pelo simples fato de ser ''... Produção de um autor brasileiro... '' Mas a reação mais concreta virá quatro anos mais tarde, por intermédio do romance em que o autor retoma a mesma temática: Lucíola.
Imensamente decepcionado com os acontecimentos, Alencar declara que vai abandonar a Literatura para dedicar-se exclusivamente ao Direito. É claro que isso não acontece, escreve ainda o drama Mãe; o mesmo é levado ao palco em 1860, ano em que morre seu pai. Para o teatro, produz ainda a opereta A Noite de São João e a peça O Jesuíta.
O debate em torno de As Asas de Um Anjo não é a primeira nem será a última polêmica enfrentada pelo autor. De todas as que mais interessam para a Literatura é anterior ao caso com a Censura e relaciona-se ao aproveitamento da cultura Indígena como tema literário. Segundo os estudiosos, é este o primeiro debate literário realmente brasileiro.

IRACEMA.

Abrasileirar a Literatura Brasileira é o intuito de José de Alencar. Iracema, um de seus romances mais populares (1865), é um exemplo profundo dessa ansiosa mudança
desejada pelo autor. A odisséia da musa Tupiniquim combina um perfeito encontro do colonizador português com os nativos da terra. Iracema é uma bela virgem tabajara e esta tribo é amiga dos franceses na luta contra os portugueses que tem como aliados os índios pitiguaras. Porém Martim, o guerreiro português, nas suas investidas dentro da mata descobre Iracema, e ambos são dominados pela paixão.

O ROMANCISTA E SUAS PAIXÕES AVASSALADORAS.

Aos vinte e cinco anos, Alencar apaixona-se pela jovem Chiquinha Nogueira da Gama, herdeira de uma das grandes riquezas da época. No entanto o interesse da moça é outro: um rapaz carioca também vindo da burguesia. Desprezado pela moça, custa muito ao altivo Alencar recuperar-se do orgulho ferido. Somente aos trinta e cinco anos ele irá sentir o sabor, de fato, da plenitude amorosa que tão bem soube criar para o final de muitos dos seus romances. Desta vez sua paixão é correspondida, o namoro e matrimônio são rápidos. A moça é Georgina Cochrane, filha de um rico inglês. Conheceram-se no bairro da Tijuca, para onde o escritor se retirara para se recuperar de uma das crises de tuberculose que teve na época.

INDIANISMO, URBANISMO, REGIONALISMO E ROMANCES HISTÓRICOS.

Alencar não se limita aos aspectos documentais como autor. Na verdade o que vale de fato em suas obras são, sobretudo, o poder criativo e a capacidade de construir narrativas muito bem estruturadas. Os personagens são heróis regionais puros, sensíveis, honestos, educados, muito parecidos com os heróis de seus romances indianistas. Mudavam as feições, mudava a roupagem, mudava o cenário. Porém, na invenção de todos esses personagens, Alencar busca o mesmo objetivo: chegar a um retrato do homem totalmente brasileiro.
Não cessa por aí a busca do escritor: servindo-se de fatos e lendas de nossa história, Alencar inventará ainda os chamados romances históricos.
No romance Guerra dos Mascates, personagens fictícios escondem alguns políticos da época e até o próprio imperador. As Minas de Prata é uma espécie de modelo de romance histórico tal como esse tipo de romance é imaginado pelos ficcionistas de então. A ação passa-se no século XVIII, uma época marcada pelo espírito aventureiro. É considerado seu melhor romance histórico.
Com as narrativas históricas, Alencar cria o mapa do Brasil que desejara desenhar, fazendo aquilo que sabe fazer: a verdadeira Literatura.
Nos trabalhos de Alencar há quatro tipos de romances: indianista, urbano, regionalista e histórico. Evidentemente, essa classificação é muito esquemática, pois cada um de seus romances apresenta muitos aspectos que merecem ser analisados separadamente: é fundamental, por exemplo, o perfil psicológico de personagens como o herói de O
Gaúcho, ou ainda do personagem central de O Sertanejo. Por isso, a classificação acima se prende ao aspecto mais importante de cada um dos romances.

MORRE NOSSO GRANDE ROMANCISTA.

O escritor já com a saúde um tanto abalada, morre no Rio de Janeiro, no dia 12 de dezembro de 1877 por causa das complicações de sua tuberculose. Alencar além de ser o nosso maior romancista e um dos maiores do mundo lusófono, foi também a base do que podemos chamar hoje: Literatura Brasileira.

Obras:

Romances urbanos: Cinco minutos (1860), A viuvinha (1860), Lucíola (1862), Diva (1864), A pata da gazela (1870), Sonhos d’ouro (1720), Senhora (1875) e Encarnação (1877). 

Romances históricos e indianistas: O Guarani (1870), Iracema (1875), As Minas de prata (1865), Alfarrábios (1873), A guerra dos mascates (1873) e Ubirajara (1874). 

Romances regionalistas: O gaúcho (1870), O tronco do Ipê (1871), Til (1872) e O sertanejo (1876).


http://www.brasilescola.com/literatura/jose-alencar.htm

http://www.vidaslusofonas.pt/jose_alencar.htm

domingo, 8 de janeiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2012.


Falam que nesse ano acabara o mundo, mas, se o mundo viveu até agora, por que iria se acabar?
Nas profecias Maias falam que vão acontecer mudanças, mas não fala qual.
Quem tinha resposta para isso eram os Maias, mas eles desapareceram, vai saber o que aconteceu com eles.
Na minha opinião o mundo não vai acabar em 2012, ainda mais em 21/12/2012, só haverá mudanças boas ou ruim. ”Pois um circulo tem de terminar para outro começar” Marte ataca.
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