Yu-gi-oh!

Yu-gi-oh!
dragão branco de olhos azuis, dragão luminoso de olhos azuis e dragão supremo de olhos azuis.

domingo, 30 de setembro de 2012

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

sábado, 22 de setembro de 2012

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

domingo, 16 de setembro de 2012

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Thor.


Thor ou Tor (nórdico antigo: Þórr, inglês antigo: Þunor, alto alemão antigo: Donar) é o mais forte dentre deuses e homens.
Thor (filho de Odin e Frigga) foi o deus nórdico do trovão (por isto representava a força da natureza), talvez o mais popular deus da mitologia nórdica. Ele tinha um martelo chamado Mjolnir (o destruidor), feito por anões das cavernas subterrâneas, com o qual dominava o trovão. Cada vez que Thor lançava seu martelo, a fim de desferir seu poderoso golpe, este voltava pra sua mão como um bumerangue. Além disso, Thor também tinha um cinturão mágico (Megingiord) que duplicava sua força e que, sabidamente, era muito grande.
Thor era corpulento, tinha cabelos e barba ruivos, olhos vermelhos e estava sempre disposto a ajudar seus amigos desinteressadamente. Sua missão era manter a salvo, e em ordem, o mundo dos deuses e dos humanos, combatendo os gigantes e a grande serpente do caos: Jörmungand.
Durante sua infância, Thor foi impedido de viver com outros deuses no Asgard, por causa dos seus frequentes acessos de ira, os quais perduraram até sua juventude. A grande força de Thor, combinada com seu temperamento tempestuoso, representava uma ameaça a todos. Quando finalmente Thor pode ir morar com os outros deuses em Asgard, ele recebe como morada o palácio Bilskinir, o maior do Valhalla. Este palácio era a morada final para as pessoas humildes após a sua morte. Muitas pessoas apreciavam a honestidade de Thor, seu jeito simplório e seu ímpeto de combater aquilo que ameaçava as pessoas. Por este motivo, Thor era muito venerado e cultuado, até mais que Odin, o deus dos deuses.
Thor viajava num carro que era puxado por dois carneiros mágicos chamados Tanngrisnir e Tanngnjóstr, cujos dentes e cascos soltavam grandes faíscas. Estes tinham a peculiaridade de que Thor podia cozinhá-los e, em seguida, caso precisasse continuar viagem, cobria os ossos com o couro dos animais e utilizava o poder regenerador do seu martelo para trazê-los novamente à vida.
Thor vivia em Asgard, no reino de Pruoheimr, termo que significa morada da força. Ali vivia com sua esposa Sif e seus filhos no palácio Bilskirnir.

Thor e seus símbolos.

O mais importante símbolo do deus Thor é seu martelo, que na pré-história escandinava surgia sob a forma de um machado - relacionado à fertilidade e aos fenômenos atmosféricos. O Mjollnir (destruidor), o martelo de Thor, também se relaciona com os aspectos míticos de ferreiro do deus, ao criar trovões e relâmpagos. Existem evidências de que o culto ao martelo continuaram na Era Viking a serem propiciadores de fertilidade feminina para o casamento. O uso de pingentes com a forma do martelo foram um dos grandes elementos de identidade pagã no final da Era Viking, e segundo vários pesquisadores, serviu como uma resposta ao uso cotidiano de cruzes em pescoços dos cristãos convertidos. Recentemente, diversos formatos de pingente do martelo são vendidos em todo o mundo, demonstrando não somente a permanência do símbolo, mas também, a grandiosidade do mito de Thor na cultura e no imaginário contemporâneo, que atinge de forma impressionante o cinema, a literatura, os quadrinhos e as artes plásticas em geral.

Thor na Mídia.

Na Marvel Comics: Thor é um dos heróis que transita entre Midgard e Asgard, luta com a equipe Vingadores e mantém sua imagem divina de Deus do Trovão. O imaginário de Thor nos quadrinhos é devedor de representações surgidas durante o século XIX, especialmente das óperas alemãs, afastando-se da iconografia medieval. Sua armadura recorda o equipamento romano e seu elmo com asas é influenciado pelas fantasias do Oitocentos: os vikings nunca utilizaram elmos com chifres ou asas, nem ao menos existe qualquer referência a isto sobre Thor nas fontes literárias do medievo.



Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor

http://www.mortesubita.org/paganismo/textos-pagaos/thor-um-deus-heroi-tempestuoso

http://www.infoescola.com/mitologia/thor/

sábado, 8 de setembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

terça-feira, 4 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

Aluísio de Azevedo.


Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo nasceu em 14 de abril de 1857 em São Luís e faleceu em Buenos Aires, Argentina, em 21 de janeiro de 1913. Era filho do vice-cônsul português David Gonçalves de Azevedo e de Emília Amália Pinto de Magalhães e irmão mais moço do comediógrafo Artur Azevedo Sua mãe havia casado, aos 17 anos, com um rico e ríspido comerciante português. O temperamento brutal do marido determinou o fim do casamento. Emília refugiou-se em casa de amigos, até conhecer o vice-cônsul de Portugal, o jovem viúvo David. Aluísio de Azevedo é o fundador da Cadeira n. 4 da Academia Brasileira de Letras.
Aluísio de Azevedo foi um crítico impiedoso da sociedade brasileira e de suas instituições. Abandonou as tendências românticas em que se formara, para tornar-se o criador do naturalismo no Brasil, influenciado por Eça de Queirós e Émile Zola. Seus temas prediletos, focados na realidade cotidiana, foram o anticlericalismo, a luta contra o preconceito de cor, o adultério, os vícios e a vida do povo humilde.
Como um jornalista, Aluísio Azevedo ia aos locais onde pretendia ambientar seus romances, conversava com as pessoas que inspirariam suas personagens, misturava-se a elas. Procurava assim reproduzir o mais fielmente possível a realidade que retratava. Além disso, desenhista habilidoso, às vezes, desenhava suas personagens em papel cartão, recortava-as e as colocava em ação, num teatro para si mesmo, de modo a visualizar as cenas que iria narrar. Aluísio viajou para o Rio de Janeiro aos 17 anos a chamado do irmão, o teatrólogo Artur Azevedo. Começou a estudar na Academia Imperial de Belas-Artes e logo passou a colaborar, com caricaturas e poesias, em jornais e revistas.
Durante a época em que viveu na cidade carioca, aproveitou-se de seu talento e tornou-se chargista até que o pai faleceu e foi obrigado a regressar à cidade natal para ficar com a mãe.
Foi então que escreveu o romance seu primeiro romance, Uma lágrima de mulher (1880), em estilo romântico e extremamente sentimental, viveu durante 15 anos do que ganhava como escritor. Por isso, sua obra pode ser dividida em duas partes: a primeira, romântica, escrita para agradar o público e vender bem, de modo a garantir-lhe a sobrevivência. A segunda, naturalista, para expressar sua visão de mundo e as mazelas do Brasil. Foi esta que lhe deu destaque na história da literatura brasileira. É o caso de O mulato, publicado em 1881, no auge da campanha abolicionista, que provocou um grande escândalo e que daria ao autor o título de “precursor do Naturalismo no Brasil”. . Até 1895 escreveu 19 trabalhos, entre romances e peças teatrais. Continuou colaborando em jornais e revistas, com caricaturas, contos, críticas e novelas.
Ao ingressar por concurso na carreira diplomática, em 1895, encerrou a sua história literária. A serviço do Brasil esteve na Espanha, Japão, Uruguai, Inglaterra, Itália, Paraguai e Argentina a onde morreu em Buenos Aires quando exercia o cargo de agente consular nesta cidade, em 21 de janeiro de 1913.

Obras.

Romance e novelas.

Uma Lágrima de Mulher 1879; O mulato 1881; Mistério da Tijuca ou Girândola de amores 1882; Memórias de Um Condenado ou Condessa Vesper 1882 ; Casa de pensão 1884; Filomena Borges 1884; O homem 1887; O cortiço 1890; O coruja 1890; A Mortalha de Alzira 1894; O livro de uma sogra 1895; O Esqueleto.

Conto.

Demônios 1895.

Crônica.

O Bom Negro.

Teatro.

Os Doidos; Casa de Orates; Flor de Lis; Em Flagrante; Caboclo; Um Caso de Adultério; Venenos que Curam; República.

Um poema de Aluísio de Azevedo.

Pobre Amor.

Calcula, minha amiga, que tortura! 
Amo-te muito e muito, e, todavia, 
Preferira morrer a ver-te um dia 
Merecer o labéu de esposa impura!

Que te não enterneça esta loucura, 
Que te não mova nunca esta agonia,
Que eu muito sofra porque és casta e pura, 
Que, se o não foras, quanto eu sofreria!

Ah! Quanto eu sofreria se alegrasses 
Com teus beijos de amor, meus lábios tristes, 
Com teus beijos de amor, as minhas faces!

Persiste na moral em que persistes.
Ah! Quanto eu sofreria se pecasses, 
Mas quanto sofro mais porque resistes!

De Aluísio Azevedo


http://www.brasilescola.com/literatura/aluisio-azevedo.htm

http://www.casadobruxo.com.br/poesia/a/aluisiobio.htm

http://www.suapesquisa.com/biografias/obras_aluisio_azevedo.htm

http://blogdospoetas.com.br/poemas/pobre-amor/

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