Yu-gi-oh!

Yu-gi-oh!
dragão branco de olhos azuis, dragão luminoso de olhos azuis e dragão supremo de olhos azuis.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Grifo.




 Grifo é uma criatura lendária com cabeça e asas de águia e corpo de leão. Sua conotação é (geralmente) positiva; pois representa a águia (rainha das aves) e o leão (rei dos animais terrestres). Fazia seu ninho perto de tesouros e punha ovos de ouro sobre ninhos também de ouro. Outros ovos são frequentemente descritos como sendo de ágata. Os grifos eram seres guardiães, que se cria guardarem tanto a cratera de vinho do deus Dioniso como o tesouro de Apolo situado no país dos Hiperbóreos, na Cítia.
Os grifos em geral cruzam com éguas. Desse cruzamento damos o nome de hipogrifo, mas tais cruzamentos são, de forma, raros.

Figura do Grifo.

Figura mitológica, o grifo era um ser fantástico que pertenceu a várias mitologias e foi reproduzido em diversas alturas da História, sendo bastante recorrente na Antiguidade, na Idade Média e na época renascentista.
A figura do grifo aparentemente surgiu no Oriente Médio onde babilônios, assírios e persas representaram a criatura em pinturas e esculturas. Voltaire incluiu na sua novela, A Princesa da Babilónia, dois enormes grifos amigos de uma fénix, que transportaram a princesa na sua viagem. Na Grécia acreditava-se que viviam perto dos hiperbóreos e pertenciam a Zeus. Também no Norte da Índia surgiram lendas relativas à intervenção dos grifos na procura do ouro. Aparecem referências a estes seres em obras como o Prometeu Agrilhoado, de Ésquilo, na qual denomina os grifos de "cães de Zeus". Filóstrato, escritor grego, referiu, na Vida de Apolônio de Tiana (livro VI. I), que os grifos da Índia eram guardiões do ouro. John Milton, no Livro II do Paraíso Perdido escreveu sobre os Arimaspos que se tentavam apoderar do ouro dos grifos. Também foi referido na poesia persa de Rumi. Na Idade Média Sir John Mandville escreveu sobre estes animais fabulosos no capítulo XXIX do seu célebre livro de viagens. Em tempos mais recentes, sua imagem passou a figurar em brasões, pois aparentemente possui muitas virtudes e nenhum vício.
Também são retratados em moedas, por exemplo, na lira italiana tem, entre outros desenhos, o de um grifo.

Inimigos dos Grifos.

Os grifos são inimigos mortais dos basiliscos. Há uma lenda de que os grifos entraram em combate com os cavalos que tentaram roubar o seu ouro. Assim, há uma grande rivalidade entre grifos e cavalos; fato que levou cavaleiros medievais a utilizar escudos com a imagem de grifos, para desencorajar os cavalos dos inimigos.

Simbolismo.

Como diversos animais fantásticos, incluindo centauros, sereias, fênix, entre outros, o Grifo simboliza um signo zodiacal, devido ao senso de justiça apurado, o fato de valorizar as artes e a inteligência, e o fato de dominar os céus e o ar, simboliza o signo de libra, a chamada balança.
Com o advento do Cristianismo, este sincretismo passou a simbolizar a união das duas naturezas de Jesus Cristo na sua pessoa.

Possível confusão.


 


Os grifos são possíveis confusões de fósseis de Protoceratops, dinossauros ceratopsídeos que viviam na Mongólia.

Significado do nome.

O seu nome, em grego, significa "recurvado", como alusão ao bico curvo de águia e às garras de leão. Provavelmente com origem no Médio Oriente, onde frequentemente se esculpiam em estruturas arquitectónicas (nomeadamente na Pérsia), tinham o nome de "querubim" ou kar?bu entre os Acádios.
A sua ligação à Pérsia e a presença de parte do corpo de um animal relacionado com o Céu como a águia e de um outro estreitamente conotado com a terra como o leão fez com que se associasse tanto aos magos persas, símbolo da sabedoria das coisas terrenas e celestes, como ao sincretismo dos poderes terreno e sobrenatural num só governante.

Desenho de Grifo.


Estatua de Grifo.


Retirado do site:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Grifo

http://www.infopedia.pt/$grifo,2

http://www.spectrumgothic.com.br/gothic/gotico_historico/imaginario.htm

sábado, 28 de agosto de 2010

Brigas.

Brigar e feio, mas, se quiser brigar faça como Goku e Vegeta, brigue jogando um jogo de luta.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Triceratops.


DADOS DA FERA. 

NOME: Triceratops significa "rosto com três chifres

Nome Científico: Triceratops horridus 

TAMANHO: até 9 m de comprimento e 3 m de altura 

Peso: Cerca de 6 toneladas 

 Alimetação: todo tipo de plantas 

Época: Cretáceo 

QUANDO VIVEU: entre 66 e 70 milhões de anos atrás, na América do Norte

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA.

Filo: Chordata 

Classe: Reptilia

Superordem: Dinossauria 

Ordem: Ornithischia

Subordem: Marginocephalia

Infraordem: Ceratopsia 

Família: Ceratopsidae 

Género: Triceratops

 Este dinossauro com chifres tinha o tamanho de dois carros e pesava tanto quanto cinco rinocerontes.
O tricerátopo (Triceratops horridus, do latim "cabeça com três chifres") foi um tipo de dinossauro herbívoro e quadrúpede que viveu no fim do período Cretáceo, principalmente na região que é hoje a América do Norte.
O Triceratops possuía enormes chifres e, ao que se sabe, foi o maior de todos os dinossauros com essa característica.
O Triceratops era grande e muito forte. Além do chifre pequeno e grosso no nariz, tinha também um sobre cada olho, estes chegando a medir 1 m. Provavelmente utilizava os chifres compridos como arma. Quadrúpede, o Triceratops possuía pernas grandes e largas como pilares. As da frente eram especialmente fortes porque precisavam sustentar sua ampla e pesada cabeça.
Os Triceratops provavelmente vivessem em enormes bandos, os quais possuíam uma escala hierárquica com machos disputando posições e direitos de acasalamento, porém em situações de ataque de algum predador, acredita-se que se juntavam de forma defensiva contra o predador, formando uma "parede" de escudos e chifres contra o oponente, com os filhotes fracos e doentes no interior dessa "muralha.”
A descoberta do primeiro crânio de tricerátopo ocorreu em 1888 em Denver, no estado americano do Colorado. Já em 1889, um ano após a descoberta, Othniel Charles Marsh fez a nomeação oficial da espécie.
É um dos dinossauros mais conhecidos do público, tendo aparecido no filme Jurassic Park de Steven Spielberg. Nos EUA, é um dos símbolos oficiais do Wyoming.
Há indícios que, na verdade, o Triceratops seja a versão jovem do torossauro, porém ainda não há provas irrefutáveis.


Descrição.

O Triceratops é o maior animal de sua família. As características principais deste dinossauro são, sem sombra de dúvidas, a presença de dois enormes chifres e um pequeno chifre acima do nariz e seu majestoso e resistente folho (a estrutura semelhante a um escudo, acima da nuca). A função destas estruturas é alvo de debates: uns dizem que são armas contra seus predadores; outros dizem que eram usadas para atrair as fêmeas, na época da reprodução. O crânio também era colossal: tinha mais de 2 metros de comprimento, pondo este dinossauro na ala das maiores cabeças do reino animal. Os olhos se encontram nas laterais da cabeça, isso lhes garantia uma visão mais complexa do seu redor. Além do que já foi descrito, este animal era, ainda, provido de um bico (semelhante ao de um papagaio), possivelmente usado para rasgar os vegetais, os quais se alimentava.
Ao contrário do que certas mídias revelam, as pernas dos Triceratops não ficavam ao lado do corpo, com num lagarto ou tartaruga. Como todo dinossauro quadrúpede, as pernas se projetavam como colunas do corpo para o chão, tal como um rinoceronte ou uma girafa, o que o auxilia numa fuga ou em um combate.

COURAÇA PROTETORA.

A enorme couraça óssea que o Triceratops possuía em volta do pescoço protegia seus ombros, permitindo-lhe resistir aos violentos golpes de outros dinossauros. Embora não se saiba ao certo de que cor eram esses animais, alguns cientistas acham que a couraça do Triceratops era vivamente colorida. Sendo tão bem "armado", ele não necessitava ser verde ou marrom para camuflar-se. Mas a couraça colorida servia para atrair as fêmeas.

BICOS E DENTES.

O Triceratops abocanhava brotos e folhas com seu bico semelhante ao do papagaio e os triturava com as fileiras de dentes do fundo da boca. Quando eles se estragavam, nasciam dentes substitutos.

CABEÇA COM CHIFRES.

Em sua sólida cabeça, o Triceratops possuía três chifres: um sobre cada olho e o terceiro sobre o nariz. Os chifres serviam de defesa contra caçadores, como o Tyrannosaurus rex. Também era útil para lutar com machos rivais, na disputa pelas fêmeas antes do acasalamento.

Chifres: defesa ou ostentação?

Desde sua descoberta, o Triceratops foi descrito como uma criatura que usava seus chifres para defender-se dos rivais e ou predadores. Esse fato foi somado com sua co-existência com o Tyrannosaurus rex Desde então, são famosas as cenas que mostram esses dois pesos-pesados se enfrentando em duelos selvagens de vida ou morte. Mas será que ele realmente usava seus chifres como defesa? Segundo estudos, essas estruturas poderiam ter várias funções. Algumas antigas, como a que diz que eram pontos para reforço dos músculos das mandíbulas (teoria descartada), até as mais recentes, como a que diz que os chifres eram usados para atrair fêmeas de sua espécie. Robert Bakker (e uma pesada parte de estudiosos) sugeriu que eram sim usadas para combate com predadores. Como prova, pode-se citar o achado de uma pélvis de Triceratops contendo marcas de dentes, atribuídas a um Tyrannosaurus. Aparentemente, essas marcas foram feitas quando o animal estava vivo (provando uma relação de predador-presa).
Outros afirmam que esses chifres eram frágeis demais para serem jogados contra uma massa de carne de 7 toneladas. Eles atribuem o uso destas estruturas ao acasalamento. Segundo eles, esses chifres eram ameaçadores o suficiente para desencorajar o ataque de predadores.
Quando ao folho, cogita-se a hipótese de que eram usados para auxiliar na regulagem térmica desses animais, como as placas ósseas dos Stegosaurus.
Foi sugerido, ainda, que os chifres poderiam indicar um disformismo sexual da espécie.
Atualmente, achados mostram crânios deste animal danificados, e os agressores não são tiranossauros ou qualquer outro terópode, mas sim outro Triceratops. A cena já era descrita antes da descoberta: uma feroz disputa entre dois machos. Essa é a prova de que, pelo menos dentro da sociedade, os chifres eram usados como ferramenta de combate.

UM TERRÍVEL INIMIGO.

Mesmo dinossauros grandes como o Tyrannosaurus rex teriam pensado duas vezes antes de atacar o Triceratops, porque ele podia machucar seriamente os adversários com seus chifres
afiados. Além disso, o Triceratops era bem protegido contra as investidas inimigas. Sua couraça óssea era uma ótima defesa contra dentes e garras afiados e sua pele grossa apresentava duros calombos espalhados pelas costas. O Triceratops podia correr para atacar o inimigo a uma velocidade de até 35 km/h. A investida desses dinossauros parecia como de um rinoceronte era assustadora o bastante para afugentar muitos inimigos predadores.

BATALHA FEROZ.

Os machos provavelmente travavam lutar para escolher o líder do bando e atrair as fêmeas. Mas não usavam os chifres para ferir. Ao invés disso os adversários atacavam um ao outro com a cabeça trançando os chifres numa luta feroz. A couraça óssea no pescoço deixava o Triceratops protegido contar as cabeçadas do rival. Cientistas já acharam couraças danificadas, revelando que aquelas batalhas entre os machos podiam ser violentas a ponto de causar ferimentos.

Cultura popular.

O Triceratops é um dos mais famosos dinossauros, tanto que é considerado pelos fãs de filmes de dinossauros, o eterno adversário do Tiranossauro Rex. Seus grandes chifres e seu impressionante folho transformaram esse dinossauro em um "touro pré-histórico". Entre suas aparições, pode-se destacar os dois primeiros filmes da série Jurassic Park, uma continuação paralela de King Kong, O mundo perdido, etc. Foi utilizado também na primeira temporada da série Mighty Morphin Power Rangers, como animal protetor do primeiro ranger azul, Billy.
O Triceratops também teve aparições nos videogames, como em Turok, Dino Crisis 2, Paleoworld, Carnivores, Jurassic Park Operation Genesis, Jurassic park Warpath. A personagem Saura de Em Busca do Vale Encantado também era um Triceratops.

Esqueleto.


Retirado do site: http://www.angelfire.com/ar/paccanaro/tricerat.html

http://www.avph.com.br/triceratops.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tricer%C3%A1topo

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Jogos do Mario já feitos.

Esses são alguns dos jogos do Mario já feitos. Na linha evolutiva de cada jogo.

domingo, 8 de agosto de 2010

Quimera.




Na mitología grega, Quimera (em grego antigo Χίμαιρα Khimaira; latín Chimæra) é uma figura mítica que, apesar de algumas variações, costuma ser apresentada como um ser de cabeça e corpo de leão, além de duas outras cabeças, uma de dragão e outra de cabra. Outras descrições trazem apenas duas cabeças ou até mesmo uma única cabeça de leão, desta vez com corpo de cabra e cauda de serpente, bem como a capacidade de lançar fogo pelas narinas.

Origens.

Oriunda da Anatólia e cujo tipo surgiu na Grécia durante o século VII a.C.. Sempre exerceu atração sobre a imaginação popular.
De acordo com a versão mais difundida da lenda, a quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tífon.
Outras lendas a fazem filha da hidra de Lerna e do leão de Neméia, que foram mortos por Hércules. Habitualmente era descrita com cabeça de leão, torso de cabra e parte posterior de dragão ou serpente. Criada pelo rei de Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Lícia com o fogo que vomitava incessantemente, Quimera foi derrotada finalmente por Belerofonte com a ajuda de Pegaso, o cavalo alado, às ordens do rei Iobates de Licia. Há várias descrições de sua morte: algumas dizem simplesmente que Belerofonte a atravessou com seu lança, enquanto outras sustentam que a matou cobrindo a ponta da lança com chumbo que se fundiu ao ser exposto à ardente respiração de Quimera.
A representação plástica mais frequente da quimera era a de um leão com uma cabeça de cabra em sua espádua.
Quimera também pode ser considerada como um ser com corpo e cabeça de leão, com duas cabeças anexas, uma de cabra e outra de serpente.
Com o passar do tempo, chamou-se genericamente quimera a todo monstro fantástico empregado na decoração arquitetônica.
Figurativamente ou em linguagem popular mais ampla, o termo quimera alude a qualquer composição fantástica, absurda ou monstruosa, constituída de elementos disparatados ou incongruentes, significando também utopia.
Em Alquimia, é um ser artificial (assim como o homúnculo), criado a partir da fusão de um ser humano e animal.
A palavra quimera, por derivação de sentido, significa também o produto da imaginação, um sonho ou fantasia (por exemplo: A Quimera de Ouro).
Quimera procede do grego Χίμαιρα Khimaira, que significa ‘macho cabrío’.
Existia também uma ninfa na Sicília chamada Quimera, a qual se apaixonou por Dáfnis.

Outros significados.

O termo quimera ou quimérico usa-se com frequência como paradigma do fantasioso, não passa de fruto da imaginação, uma ilusão, um sonho,
sobretudo se é favorável: o utópico. Em contextos técnicos, usa-se metaforicamente para descrever coisas que têm atributos combinados procedentes de fontes diferentes. Em genética, por exemplo, um organismo ou
tecido criado a partir de dois ou mais fontes genéticas diferentes denomina-se quimérico, como em pacientes submetidos a transplante s com órgãos de outros doadores. Esse sentido de mistura ou hibridación também tem passado ao espanhol através de ficções modernas (jogos de computador, anime, manga, etc).
Também se costuma denominar quimeras aos leões chineses ou cães de Fu.
A palavra quimera, tornada um substantivo comum veio a ser sinônimo de "criação ilusória da imaginação", de "ideia falsa", tendo também alimentado alguma iconografia medieval.

Retirado do site:http://pt.wikipedia.org/wiki/Quimera

http://pt.wikilingue.com/es/Quimera_%28mitolog%C3%ADa%29

http://www.infopedia.pt/$quimera

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Zeus.

Zeus é o principal deus da mitologia grega. Era considerado, na Grécia Antiga, como o deus dos deuses. O nome Zeus em grego antigo significava “rei divino”. Dentro da mitologia grega é o deus mais importante. Os gregos crêem que seus deuses estavam separados em diversos grupos. Os mais poderosos eram os deuses do Olimpo, que se dividiam em várias classes. A classe superior era formada por Zeus, o governante de todos os deuses. Segundo a mitologia, ele teria nascido da União de Réia e Cronos. Seu pai Cronos (deus do tempo), que imperava naquele momento, tinha o costume de engolir seus filhos com medo de que um deles lhe tirasse o trono. No entanto, quando Zeus nasceu, Réia pressentiu que ele era uma criatura especial e o escondeu em uma caverna. Para enganar seu marido ela entregou a ele uma pedra enrolada em panos para que ele engolisse no lugar de seu filho. Depois de adulto, Zeus enfrentou seu pai e o forçou a vomitar todos os seus irmãos, que continuavam vivos. Em seguida ele aprisionou Cronos sob a terra. Daquele momento em diante, Zeus se tornou o grande deus de todos os deuses e foi morar no monte Olimpo. Ele se casou com sua irmã Hera, mas teve vários amores com outras deusas e com mortais, teve vários filhos.

Casamentos.
Com Métis.

Zeus casou-se 1º com Métis, a deusa da prudência, quando Métis estava grávida de Atena, Gaia profetizou que o segundo filho dos dois iria destronar seu pai Zeus, como havia acontecido com Cronos e com Réia, e que isso era um ciclo eterno. Zeus, temendo que isto acontecesse, montou uma armadilha: fez uma brincadeira com Métis, no qual eles se metamorfoseavam Métis não foi prudente e aceitou em algum momento Métis se metamorfoseou em uma mosca e foi engolida viva por Zeus, isso não adiantaria de nada, pois depois a cabeça de Zeus cresceria assustadoramente e Atena nasceria adulta da cabeça de Zeus, fazendo assim com que a profecia não se cumprisse.

Com Têmis.

A segunda esposa de Zeus foi Têmis, uma titã, deusa da justiça, as Moiras levam Têmis até Zeus para se tornar sua segunda esposa, e as Moiras profetizam que Zeus tem muito a aprender com Têmis, que é tão sábia quanto Métis.

Com Hera.

O matrimônio com Têmis acabaria e Zeus se casaria finalmente com sua irmã Hera. Apesar de casado com Hera, Zeus tinha inúmeras amantes (as paixões de Zeus). Usava dos mais diferentes artifícios de sedução, como a metamorfose em qualquer objeto ou criatura viva, sendo dois dos mais famosos o cisne de Leda e o touro de Europa. Assim sendo, teve muitos filhos ilegítimos com deusas e mortais, que se tornaram proeminentes na mitologia grega; Heracles e Helena, por exemplo. Hera é ciumenta e perseguia as amantes e os filhos bastardos de Zeus.

Poderes e atributos.

De acordo com a crença dos gregos antigos, Zeus ficava no Monte Olimpo governando tudo o que acontecia na Terra. Era considerado também o deus do céu e do trovão. Era representado nas pinturas e esculturas num trono ou em pé, ao lado de um raio, carvalho, touro ou águia. Estas representações simbolizavam qualidades e poderes (rapidez, força, energia, comando) atribuídos ao deus.

Mitologia romana.

Entre os deuses romanos, na mitologia romana, Zeus era conhecido como Júpiter, possuindo as mesmas características e atributos da mitologia grega.

Retirado do site: http://www.brasilescola.com/mitologia/zeus.htm

http://www.suapesquisa.com/mitologiagrega/zeus.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeus

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Cientistas britânicos descobrem a maior estrela do universo.


Cientistas britânicos anunciaram que descobriram a maior estrela visível do universo. Ela fica na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da nossa Via Láctea.
Astrónomos britânicos descobriram o que se acredita ser a estrela de maior massa do universo. Os pesquisadores não revelaram exatamente qual é a estrela gigante. Mas disseram que tem uma massa 265 vezes maior do que a do Sol e é dez milhões de vezes mais luminosa.
Usando o Telescópio Extremamente Grande, no Chile, da Organização Europeia para a Investigação Astronômica no Hemisfério Sul (ESO, na sigla em inglês) – que reúne 14 países – e informações de arquivo capturadas pelo telescópio espacial Hubble, da agência americana (Nasa), a equipe liderada pelo astrofísico Paul Crowther, da Universidade de Sheffield, calculou que a massa da estrela gigante teria sido 320 vezes maior que a do Sol no momento de sua formação, número que também é o dobro da estrela de maior massa anteriormente conhecida.
A estrela, batizada de R136a1, faz parte do aglomerado de estrelas jovens RMC 136a. Os astrônomos também encontraram outras estrelas imensas no aglomerado NGC 3603.
Ambos aglomerados foram apelidados de “fábricas de estrelas”, já que novos astros se formam constantemente a partir da extensa nuvem de gás e poeira das nebulosas.
O NGC 3603 fica a 22 mil anos-luz do sol, na Nebulosa da Tarântula, e o RMC 136a fica em uma galáxia vizinha à nossa, a 165 mil anos-luz de distância, a Grande Nuvem de Magalhães.
A existência de estrelas como essas, afirmam astrónomos, era mais comum no início do universo.
Embora a R136a1 seja a estrela de maior massa já encontrada, outras estrelas menos densas e com diâmetros maiores que a dela já eram conhecidas pelos astrônomos.

Planetas.

Ainda segundo os cientistas, é pouco provável que alguma dessas estrelas venha a ter planetas orbitando a seu redor, já que demoram mais tempo para serem formados que a "curta" vida das estrelas.
Muitas das estrelas observadas têm temperatura superior a 40 mil graus centígrados – mais de sete vezes superior à temperatura do Sol – além de serem dezenas de vezes maiores e milhões de vezes mais brilhantes que o astro.
“Ao contrário dos humanos, essas estrelas nascem pesadas e vão perdendo peso ao envelhecer”, disse Crowther.
“Com um pouco mais de um milhão de anos, a estrela mais extrema, a R136a1 já está na ‘meia idade’ e passou por um programa intenso de ‘emagrecimento’, perdendo mais de um quinto de sua massa inicial neste período, ou mais de 50 massas solares.”
Se a R136a1 substituísse o Sol em nosso Sistema Solar, “a sua grande massa reduziria a duração de um ano na Terra para apenas três semanas e banharia o planeta em uma radiação ultravioleta incrivelmente intensa, tornando a vida impossível em sua superfície”, afirma Raphael Hirschi, da Universidade de Keele, integrante da equipe.
Estrelas como essas são extremamente raras e se formam apenas nos aglomerados estelares mais densos.
Se houvesse algum planeta dentro do aglomerado RMC 136a, o céu nunca escureceria, já que a densidade de estrelas na região é 100 mil vezes maior do que em torno do Sol e muitas delas são extremamente brilhantes.
A descoberta ainda confirmou a hipótese anterior dos astrônomos, de que há um tamanho máximo para estrelas, e a R136a1 levou os cientistas a estenderem este limite.



Retirado do site: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/07/cientistas-britanicos-descobrem-maior-estrela-do-universo.html

http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/07/100721_estrelagigante_ba.shtml
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