Yu-gi-oh!

Yu-gi-oh!
dragão branco de olhos azuis, dragão luminoso de olhos azuis e dragão supremo de olhos azuis.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Equipe Magma.


No mundo Pokémon, a Team Magma ou Equipe Magma é outro grupo de ladrões/pacificadores na região Hoenn. É um grupo de expertos nos campos da geologia e das Placas Tectônicas. Como a Equipe Rocket, alguns rebeldes são ladrões de Pokémon, mas a Equipe Magma se especializa no campo dos Pokémon de Fogo e Noturno.
Tabitha
Brody

O grupo usa uniformes de cor vermelho escuro com um "M" preto estilizada, feita de montanhas ou vulcões nas suas camisetas. O líder da Equipe Magma é Maxie, mas seu segundo comando é o Comandante, chamado Tabitha. Outro notável membro da Equipe Magma é Brody, quem possui um Ditto e é capaz de imitar a voz e aparência de qualquer que deseje. A Equipe Magma a miúdo usa equipe que é normalmente usado para experimentos com temperaturas altas. Não têm veículos, exceto o helicóptero do Comandante.
A Equipe Magma é a rival mais impiedosa da Equipe Aqua. Mesmo que a Equipe Magma não exista fora da região Hoenn, conhecem o trabalho da Equipe Rocket, que não tem uma filial em Hoenn. O propósito principal da Equipe Magma é expandir a massa de terra, achando que por criar mais espaço para a vida na terra eles farão do mundo um lugar melhor. Para esse fim, despertaram Groudon de seu sonho.
A Equipe Magma frequentemente faz aparições na temporada Pokémon Advanced (Força Máxima), e são vistos simplesmente como os "irmãos maiores" mais que um adequado arque rival. Eventualmente desaparecem depois da batalha entre Groudon e Kyogre. Se verificou que nem a Equipe Aqua nem a Equipe Magma aparecerão em alguns episódios futuros de Pokémon. Brody, no entanto, faz uma aparição final depois do desaparecimento da Equipe Magma.

Maxie
Maxie.

Maxie é o líder da Equipo Magma.
No anime e nos jogos, Maxie quer apagar a maioria do mar por mais terra usando um vulcão a Groudon. Está mais errado que seu rival, e acha que suas ações beneficiarão a outros.
Maxie conhece a Ash no episódio "Ganhando Groudon" e lhe diz seus sonhos, conta, além disso, a Ash sobre a Esfera Azul, a qual poderia controlar Groudon, e com ela em suas mãos, poderia fazer uma melhor vida para ele. Repentinamente, Pikachu é possuído pela Esfera Azul. Assim pode controlar Groudon, e uma catastrófica batalha começa.
Depois da batalha, Maxie agradece a Ash, descobrindo que a terra de Hoenn foi perfeita da maneira em que está. Ele deixa à Equipe Magma e desde então não se volta a vê-lo.






Uniforme e Símbolo.


Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Organiza%C3%A7%C3%B5es_criminosas_de_Pok%C3%A9mon

http://mundoopokemonn.blogspot.com/2009/02/equipe-magma_1031.html

sábado, 29 de janeiro de 2011

Equipe Aqua.



No mundo Pokémon, a Team Aqua ou Equipe Aqua é um grupo de ladrões/pacificadores na região Hoenn. Especializam-se em Pokémon de água e noturnos.
Shelly

A base da Equipe Aqua é um submarino nuclear gigante fora do mar, com um helicóptero para viajar por mar e terra. Os membros da equipe usam camisas brancas com raias horizontais pretas e jeans. Seu lenço tem uma letra "A" desenhada com forma de ossos. Como a Equipe Magma, a Equipe Aqua é dirigida por uma rude Comandante. Shelly é referida como a Líder da Equipe Aqua, mesmo que o atual líder é Archie.
A Equipe Aqua é comparada como um bando de piratas e são espertos no campo da Oceanografia da mesma forma que dos Pokémon de água. Eles só existem na região Hoenn e não reconhece à Equipe Rocket, a diferença da Equipe Magma. A Equipe Aqua são os antagonistas principais da Equipe Magma e estão atualmente em uma guerra com os outros. A principal meta da Equipe Aqua é inundar (parcialmente) o mundo como um gigante oceano para seus Pokémon de água, achando que fazendo isto farão do mundo um lugar melhor. Para esse fim, despertam Kyogre de seu sonho.



Archie
Archie.

Archie é o chefe da Team Aqua.
Nos jogos, é um indivíduo errado que achava estar fazendo o correto.
No anime, é um implacável vilão que uma vez foi amigo de Maxie. No entanto, como chegou a ser mais avançado no crescimento Pokémon, se voltou mais ambicioso, e organizou a Equipe Aqua e brigou contra a Equipe Magma pelo controle do mundo.



Equipe Aqua no Anime.

A Equipe Aqua aparece na temporada Pokémon Advanced Battle (Batalha Avançada), onde tentam controlar o mundo. Shelly, disfarçada como um Magma deixa Kyogre no mar, o qual foi depois usado para destruir a ilha onde estava o grupo dos Magmas. Archie usou a Esfera Vermelha para controlar Kyogre, e lhe ordenou para destruir a ilha, porém mais uma vez, nossos heróis conseguiram salvar o mundo. Quando o Pikachu de Ash se enlaçou com a Esfera Azul, Groudon atacou Kyogre, mas no final, Ash o venceu o mesmo.
A Equipe Aqua é ligeiramente menos violenta que a Equipe Magma (e vice-versa no manga), e tem mais mulheres no seu grupo. A Comandante da Equipe Aqua é uma mulher, e seus principais pensamentos sobre Ash Ketchum não são muito claros, mesmo que ela e o Comandante da Equipe Magma (quem parece haver tinindo uma relação de algum tipo com ela alguma vez) o vem como um estorvo. A Equipe Aqua é bem conhecido na região Hoenn, e muito chantageada aos pescadores locais.

Uniforme e Símbolo.


Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Organiza%C3%A7%C3%B5es_criminosas_de_Pok%C3%A9mon

http://mundoopokemonn.blogspot.com/2009/02/equipe-aqua_24.html

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ronald Golias


Nome completo: José Ronald Golias 

Nascimento: 4 de Maio de 1929 São Carlos, SP Brasil 

Falecimento: 27 de setembro de 2005 (76 anos) São Paulo, Brasil 

Ocupação: Ator e humorista 

Cônjuge: Lúcia Melo Machado 

Trabalhos notáveis: Carlos Bronco (Família Trapo) Pacífico (Escolinha do Golias e A Praça É Nossa)

José Ronald Golias ou simplesmente Ronald Golias (São Carlos, 4 de maio de 1929 — São Paulo, 27 de setembro de 2005) foi um humorista brasileiro, considerado um dos pioneiros da televisão no país criador de personagens que se tornaram célebres na telinha e cuja biografia se confunde em muitos momentos com a história da televisão no Brasil. Trabalhou como alfaiate e funileiro e começou a carreira artística nos anos da II Grande Guerra, quando participou de um grupo de acrobacias aquáticas, o Aqua Loucos. Em meados do século passado ingressou no rádio onde conheceu o português/brasileiro Manuel da Nóbrega, pai de Carlos Alberto da Nóbrega. Amigo dos presidentes Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros, João Goulart e Costa e Silva, foi definido politicamente uma vez como um direitista danado pelo diretor da Praça, Carlos Alberto da Nóbrega, para quem sua maior qualidade era o improviso.

Juventude e começo de carreira.

Nascido em família humilde, era filho de Conceição D'Aparecida Golias e Arlindo Golias. O pai, fã do artista Ronald Colman, resolveu chamar o filho de Ronald. Na hora do batismo, no entanto, o padre teria implicado, pois o nome não tinha vínculos com bíblia. Decidiu-se então que ele chamaria José Ronald. Sua estréia nos palcos foi aos 8 anos de idade, como artista amador, na Escola Dante Alighieri em São Carlos.
Mudou-se para São Paulo em 1940. Trabalhando como alfaiate e funileiro, começou a praticar natação no Clube Regatas Tietê, onde posteriormente entraria para o grupo Acqua Loucos, um dos precursores em espetáculos aquáticos no Brasil. Por sugestão de Golias, as apresentações passaram a ter uma parte com diálogos; suas performances com a trupe acabaram por levá-lo a participar do programa Calouros em Cena, da Rádio Cultura.
Nos anos 50, com o fim dos programas produzidos pela emissora, Golias passou a integrar a equipe de artistas da Rádio Nacional. Foi então que conheceu Manoel da Nóbrega, que em 1957 o convidou a participar do humorístico A Praça da Alegria, que estreara naquele mesmo ano pela TV Paulista.

Cinema e consagração na TV.

Golias despontou para a fama a partir de seu trabalho na Praça. Interpretando o inquieto Pacífico (do bordão "Ô Cride, fala pra mãe..."), ele acabou tornando-se uma das estrelas da ainda incipiente televisão brasileira.
Com o sucesso na TV, ele foi convencido por Herbert Richers a entrar para o cinema. A iniciativa a princípio foi complicada; com agenda ocupada na televisão, o humorista enfrentou dificuldades em conciliar as gravações. Seu primeiro filme foi à comédia Um Marido Barra Limpa (1957), de Luís Sérgio Person. Participou também de Os Três Cangaceiros (1961), de Victor Lima, quando contracenou com Ankito e Grande Otelo. Entre seus últimos trabalhos cinematográficos estão O Dono da Bola (1961) e Golias contra o Homem das Bolinhas (1969).
Não alcançando grande impacto no cinema, a atenção de Golias voltou-se novamente para a televisão. Trouxe consigo das telas o personagem Carlos Bronco Dinossauro, que acabaria tornando-se um dos destaques da Família Trapo, programa exibido pela TV Record entre 1967 e 1971. Contracenando com Jô Soares, Ricardo Corte-Real, Cidinha Campos, Renata Fronzi e Otelo Zeloni, Golias consagrou-se definitivamente como um dos mais célebres humoristas do Brasil.

Trabalhos posteriores.

Em 1979, Golias protagonizou na Globo o seriado Superbronco. Criado por Boni, o programa foi considerado um fracasso, durando apenas 29 episódios. Nos anos 80 foi para a Bandeirante, onde estrelou o humorístico Bronco.
Em junho de 1990, passou a integrar o elenco fixo da Praça é Nossa, no SBT, onde permaneceu até 2005 interpretando personagens como O Profeta, Bronco, Pacífico e Professor Bartolomeu. Nesse meio tempo, foi protagonista na mesma emissora dos humorísticos Escolinha do Golias (com Nair Bello) e Meu Cunhado (com Moacyr Franco).

Doença e morte.

Na época da estréia de Meu Cunhado, em abril de 2004, Golias sofreu uma cirurgia para a implantação de um marca passo. No mês seguinte voltou a ser internado em razão de um coágulo no cérebro. Seu estado de saúde a partir de então passou a se agravar.
Em 8 de setembro de 2005, Golias foi internado no Hospital São Luiz, em São Paulo. Com quadro de infecção pulmonar, ele viria a morrer no final do mesmo mês em decorrência de uma infecção generalizada. Foi sepultado no Cemitério do Morumbi.

Homenagens.

Em 16 de setembro de 2007 a prefeitura de São Carlos inaugurou a Praça Ronald Golias em homenagem ao humorista no bairro de cidade Aracy, e também está criando o Museu Ronald Golias na Rua Geminiano Costa, 401 (na casa onde Golias residiu).
A cidade paulista de Serra Negra o homenageia com uma estátua em bronze, em tamanho real, onde está sentado em um banco da praça em frente à prefeitura da mesma cidade, com um olhar contagiante.
A partir de 2007, o SBT passou a retransmitir a Escolinha do Golias com muito sucesso. Apoiado nesse sucesso do programa, a TV Bandeirante também decidiu repassar o programa Bronco no mesmo ano.


Filmografia.

1969 - Golias Contra o Homem das Bolinhas (de Victor Lima) 

1968 - Agnaldo, Perigo à Vista (participação) (de Reynaldo Paes de Barros) 

1967 - Marido Barra-Limpa 

1963 - O Homem Que Roubou a Copa do Mundo (de Victor Lima)

1962 - Os Cosmonautas (de Victor Lima) 

1961 - O Dono da Bola (de J.B. Tanko) 

1961 - Os Três Cangaceiros (de Victor Lima) 

1960 - Tudo Legal (de Victor Lima) 

1958 - Vou Te Contá (de Alfredo Palácios) 

1957 - Um Marido Barra-Limpa (de Renato Grechi)

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_Golias

http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/RonaGoli.htm.

domingo, 23 de janeiro de 2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

sábado, 15 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Quem é você nos cavaleiros do Zodíaco.

Faça esse teste é descubra é legal!!!
Ou se preferir veja qual dessas armaduras poderia ser a sua.

Cavaleiro de Ouro: http://www.silenceandmotion.org/cavaleiros/ouro/

General Marina: http://www.silenceandmotion.org/cavaleiros/marinas/

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Bully é crime.

Bullying é um termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.

Caracterização do bullying.

No uso coloquial "acossamento", ou entre falantes de língua inglesa, bullying é frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco. O bullying divide-se em duas categorias:
1. bullying direto;
2. bullying indireto, também conhecido como agressão social.
O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido através de uma vasta variedade de técnicas, que incluem: 
Espalhar comentários; 
Recusa em se socializar com a vítima;
Intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima;
Criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos.
O bullying pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.

Características dos bullies.

Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que um deficiente em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco em particular Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estimas. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas. É frequentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância.
O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullying frequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal. Os "bullies" sempre existiram, mas eram (e ainda são) chamados em português de brigões.

Tipos de bullying.

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:
Insultar a vítima; 
Ataques físicos repetidos; 
Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa; 
Espalhar rumores negativos sobre a vítima;
Depreciar a vítima sem qualquer motivo. Fazer com que a vítima faça o que ela não quer; 
Colocar a vítima em situação problemática com alguém; 
Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa; 
Isolamento social da vítima; 
Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying; 
Chantagem; 
Expressões ameaçadoras;
Grafitagem depreciativa;
Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo; 
Fazer que a vitima passe vergonha na frente de varias pessoas.

Locais de bullying.

O bullying pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.

Escolas.

Em escolas, o bullying geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.

Local de trabalho.

O bullying em locais de trabalho (algumas vezes chamado de "Bullying Adulto") é descrito pelo Congresso Sindical do Reino Unido como:

"Um problema sério que muito frequentemente as pessoas pensam que seja apenas um problema ocasional entre indivíduos. Mas o bullying é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente que solapa a integridade e confiança da vítima do bully. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura da organização".

Vizinhança.

Entre vizinhos, o bullying normalmente toma a forma de intimidação por comportamento inconveniente, tais como barulho excessivo para perturbar o sono e os padrões de vida normais ou fazer queixa às autoridades por incidentes menores ou forjados. O propósito desta forma de comportamento é fazer com que a vítima fique tão desconfortável que acabe por se mudar da propriedade. Nem todo comportamento inconveniente pode ser caracterizado como bullying: a falta de sensibilidade pode ser uma explicação.

Política.

O bullying entre países ocorre quando um país decide impor sua vontade a outro. Isto é feito normalmente com o uso de força militar, a ameaça de que ajuda e doações não serão entregues a um país menor ou não permitir que o país menor se associe a uma organização de comércio.

Alcunhas ou apelidos (dar nomes).

Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma orelha grande ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).

Legislação.

A legislação jurídica do estado brasileiro de São Paulo define bullying como atitudes de violência física ou psicológica, que ocorrem sem motivação evidente praticadas contra pessoas com o objetivo de intimidá-las ou agredi-las, causando dor e angústia.
Os atos de bullying configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico, mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar.
No estado brasileiro do Rio de Janeiro, uma lei estadual sancionada em 23 de setembro de 2010 institui a obrigatoriedade de escolas públicas e particulares notificarem casos de bullying à polícia. Em caso de descumprimento, a multa pode ser de três a 20 salários mínimos (até R$ 10.200) para as instituições de ensino.

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying

domingo, 9 de janeiro de 2011

Historia do Dinheiro.


O dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), usadas na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitidas e controladas pelo governo de cada país, que é o único que tem essa atribuição. É também a unidade contábil. Seu uso pode ser implícito ou explícito, livre ou por coerção. Acredita-se que a origem da palavra remete à moeda portuguesa de mesmo nome (o dinheiro).
A emergência do dinheiro não depende de uma autoridade central ou governo. É um fenômeno do mercado; na prática, entretanto, os tipos de moeda mais aceites atualmente são aqueles produzidos e sancionados pelos governos. A maior parte dos países possui um padrão monetário específico — um dinheiro reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão. Algumas exceções são o euro (usado por diversos países europeus) e o dólar (utilizado em todo mundo).
O dinheiro em si é um bem escasso. Muitos itens podem ser usados como dinheiro, desde metais e conchas raras até cigarros ou coisas totalmente artificiais como notas bancárias. Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros.
Na sociedade ocidental moderna o dinheiro é essencialmente um símbolo – uma abstração. Atualmente as notas são o tipo mais comum de dinheiro utilizado. No entanto bens como ouro e prata mantêm muitas das características essenciais do dinheiro.

escambo
História.

Inicialmente, o homem comercializava através de simples troca ou escambo. A mercadoria era avaliada na quantidade de tempo ou força de trabalho gasta para produzi-la ou até mesmo pela necessidade que o "comprador" tinha por determinada mercadoria. Com a criação da moeda o valor da mercadoria se tornou independente da força de trabalho. Com o surgimento dos bancos apareceu uma nova atividade financeira em que o próprio dinheiro é uma mercadoria.

Origem e evolução do dinheiro.

Escambo.

A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução. No início não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor.
Assim, quem pescasse mais peixe do que o necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por exemplo, tivesse plantado e colhido mais milho do que fosse precisar. Esta elementar forma de comércio foi dominante no início da civilização, podendo ser encontrada, ainda hoje, entre povos de economia primitiva, em regiões onde, pelo difícil acesso, há escassez de meio circulante, e até em situações
especiais, em que as pessoas envolvidas efetuam permuta de objetos sem a preocupação de sua equivalência de valor. Este é o caso, por exemplo, da criança que troca com o colega um brinquedo caro por outro de menor valor, que deseja muito.
As mercadorias utilizadas para escambo geralmente se apresentam em estado natural, variando conforme as condições de meio ambiente e as atividades desenvolvidas pelo grupo, correspondendo a necessidades fundamentais de seus membros. Nesta forma de troca, no entanto, ocorrem dificuldades, por não haver uma medida comum de valor entre os elementos a serem permutados.

Moeda-mercadoria.

Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que outras. Aceites por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar o seu valor. Eram as moedas–mercadorias.
O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados; apresentava vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços, embora ocorresse o risco de doenças e da morte. O sal foi outra moeda–mercadoria; de difícil obtenção, principalmente no interior dos continentes, era muito utilizado na conservação de alimentos. Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca no nosso vocabulário, pois, até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado) derivadas da palavra latina pecus (gado). A palavra capital (patrimônio) vem do latim capita (cabeça). Da mesma forma, a palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados.
No Brasil, entre outras, circularam o cauri – trazido pelo escravo africano –, o pau-brasil, o açúcar, o cacau, o tabaco e o pano, trocado no Maranhão, no século XVII, devido à quase inexistência de numerário, sendo comercializados sob a forma de novelos, meadas e tecidos.
Com o passar do tempo, as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à oscilação de seu valor, pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas.

Metal.

Quando o homem descobriu o metal, passou a utilizá-lo para fabricar utensílios e armas anteriormente feitos de pedra ou madeira.
Por apresentar vantagens como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o metal foi eleito como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc. O metal comercializado dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca. Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável pela sua
emissão. Essa medida agilizou as transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da quantidade de metal oferecida para troca.

Moeda em formato de objeto.

Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas. Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado. Essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos. A valorização, cada vez maior, destes instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como dinheiro. É o caso das moedas faca e chave que eram encontradas no Oriente e do talento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre.

Moeda antiga
Moedas antigas.

Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor. São cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Lídia, são utilizados pequenos lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada eletro.
As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. É pelas impressões encontradas nas moedas que conhecemos, hoje, a efígie de personalidades que viveram há muitos séculos. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C. No princípio, as peças eram fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras.

Ouro
Ouro, prata e cobre.

Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego destes metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. Nos primórdios da civilização, os sacerdotes da Babilônia, estudiosos de astronomia, ensinavam ao povo a existência de estreita ligação entre o ouro e o Sol, a prata e a Lua. Isto levou à crença no poder mágico destes metais e no dos objetos com eles confeccionados. A cunhagem de moedas em ouro e prata se manteve durante muitos séculos, sendo as peças garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo valor comercial do metal utilizado na sua confecção. Assim, uma moeda na qual haviam sido utilizados vinte gramas de ouro, era trocada por mercadorias neste mesmo valor. Durante muitos séculos os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor, reservando a prata e o cobre para os valores menores. Estes sistemas se mantiveram até ao final do século passado, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser muito empregados, passando a moeda a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, que independe do metal nela contido. Com o advento do papel-moeda a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco. Dentro desta nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda.
Surgem, em grande diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de troco.

Papel Moeda
Papel Moeda.

Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores num ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel.
No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como, hoje, fazemos com os cheques.
Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas, controlando as falsificações e garantindo o poder de pagamento. Atualmente quase todos os países possuem seus bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas. A moeda de papel evoluiu quanto à técnica utilizada na sua impressão. Hoje a confecção de cédulas utiliza papel especialmente preparado e diversos processos de impressão que se complementam, dando ao produto final grande margem de segurança e condições de durabilidade.

Dinheiro e economia.

O dinheiro é um dos tópicos de estudo centrais na economia e está numa ligação implícita com o campo das finanças. A quantidade de dinheiro numa dada economia diretamente afeta fenômenos como a inflação e a taxa de juros. Uma crise monetária pode ter efeitos significativos, particularmente se ela levar a uma falência generalizada tal que resulte na adoção de economia de trocas.
 
Características essenciais.

O dinheiro tem as seguintes características:
1. Deve ser um meio de troca;
2. Deve ser uma unidade contábil;
3. Deve servir para acumular valores.

Meio de troca.

Quando um objeto tem seu principal uso como intermediário de trocas recorre-se a ele para trocar coisas diferentes tem essa propriedade. Esta característica permite ao dinheiro ser usado como padrão de trocas adiadas, uma ferramenta para saldar débitos.

Unidade contábil.

Quando o valor de um bem é frequentemente usado para comparar ou medir o valor de outros bens, ou quando o valor é utilizado para especificar débitos, então esse bem funciona como unidade contábil.
Um débito ou uma dívida não podem servir como unidade contábil porque seu valor é especificado em comparação com alguma referência valorativa externa, alguma outra unidade contábil determinada.

Acumular valores.

Quando um objeto é adquirido primariamente para acumular valores a serem utilizados em negócios futuros, então está servindo para acumular valores. Por exemplo, uma marcenaria pode manter um inventário de madeira que possui um valor de mercado. Da mesma forma pode manter dinheiro em caixa que tem também valor de mercado. Ambos representam uma reserva de valores porque podem ser convertidos em outros bens no futuro. A maioria dos bens não-perecíveis tem essa característica.
Muitos bens ou símbolos possuem as três características enumeradas acima, porém apenas o dinheiro possui as três juntas.
Além disso, para funcionar bem numa economia o dinheiro deve ter as seguintes características adicionais: 
Ter valor estável;
Ser de difícil falsificação; 
Ser facilmente repartível e transportável; 
Deve ter um valor padronizado e reprodutível.

Formas modernas de dinheiro.

Quando utilizado anonimamente, o método mais comum de uso do dinheiro é através de cédulas bancárias ou moedas, ou ainda cartões com valor pré-pago.
Há também o uso do dinheiro com registro financeiro, também chamado de conta corrente (ou também conta bancária). Nesse caso, os métodos mais comuns são os cheques, cartões de crédito e de débito, e dinheiro digital.

Cultura.

O dinheiro influencia a arte de diversas formas. Na música, podem-se destacar alguns exemplos:
Mim Quer Tocar pela banda Ultraje a Rigor 
1406 pela banda Mamonas Assassinas 
Money pela banda Pink Floyd 
Money, Money, Money pela banda ABBA 
Money por Michael Jackson

Perspectiva Psicológica.

O tema dinheiro pertencia tradicionalmente aos economistas o que manteve os psicólogos afastados. No entanto a conjuntura econômica mundial despertou o interesse da psicologia por esse tema. Iniciou-se estudos para uma clara definição do dinheiro.
Segundo Snelders, trata-se de um conceito polimorfo, ou seja não há uma clara definição; as definições são criadas a partir de experiências individuais nomeadas com base em famílias de semelhanças.
Essas famílias de semelhanças possuem algumas propriedades já estabelecidas, que são: 
Tipicidade: as pessoas conseguem classificar a categoria conforme a tipicidade e há uma concordância subjetiva clara quanto a essas classificações; 
Intensidade: quanto mais típico algo é de uma determinada categoria, mais as pessoas concordam que ela pertence àquela categoria; 
Similaridades: quanto mais similares as instancias de uma categoria, maior será a concordância quanto à categoria que pertence.

Instrumentos de mensuração dos significados do dinheiro.

Diferencial Semântico Modificado (DSM).

Wernimont e Fitzpatrick (1972) reportaram o primeiro instrumento para mensurar o significado do dinheiro, criado a partir do pressuposto adotado pelos autores, de que o significado do dinheiro seria construído pelos indivíduos com base em diferentes histórias de aprendizagem.
A escala no formato de Diferencial Semântico Modificado (DSM) foi constituída por 40 pares de adjetivos atribuídos ao dinheiro. Sendo constituída por 5 componentes como: 
Fracasso e vergonha. 
Aceitabilidade social. 
Atitude (o dinheiro foi analisado como algo sem importância). 
Pecado moral (princípios morais). 
Segurança confortável (significado positivo atribuído ao dinheiro).

Escala de atitudes quanto ao dinheiro (MAS).

Yamauchi e Templer (1982) desenvolveram uma escala de atitudes quanto ao dinheiro tendo como base teórica a literatura clínica psicanalítica. Baseando-se nos três domínios psicológicos do dinheiro, que representariam as três fases de desenvolvimento propostas por Freud: oral, anal e fálica.
Foram representados pelos domínios:
1. Segurança, relacionado a conceitos como: otimismo, conforto; e seu reverso: pessimismo, insegurança e insatisfação.
2. Retenção: parcimônia, avareza e personalidade obsessiva.
3. Poder-prestígio, composto por status, importância, superioridade e aquisição.
Foram gerados 62 itens que refletiam os três domínios citados.

Escala ética do dinheiro (EAD).

Tang (1992) utilizou a hierarquia das necessidades de Maslow e as escalas de Wernimont, Fitzpatrick, Yamauchi, Templer e Furnham para criar a Escala ética do dinheiro.
Essa escala procurava mensurar as atitudes quanto ao dinheiro em ambientes organizacionais e averiguar a relação das atitudes quanto ao dinheiro com variáveis relacionadas ao trabalho. Foram formulados cinquenta itens com uma escala Likert de sete pontos.

Escala de Significado do Dinheiro (ESD).

Moreira (2000) criou um instrumento para mensuração do significado do dinheiro, que apresentasse características mais confiáveis.
Contemplando as seguintes dimensões: 
 Positivas: desenvolvimento sociocultural, prestígio, utilitarismo, estabilidade e prazer. 
 Negativas:desigualdade social, dominação, conflito e preocupação.

Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dinheiro

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Kaibaman.

(ATK -300, DEF -700

Atributo: Luz
 
Tipo: Guerreiro/ efeito 

Nível:

Número: 34627841 

Tipo de efeito de uma carta (s): Ignição.










Descrição da carta: Tribute essa carta e você pode invocar um Dragão branco de olhos azuis da sua mão.
 
Falando um pouco da carta: Um monstro inspirado em Seto Kaiba, ele vence um duelo contra Jaden depois que ele e seus amigos acordam no mundo dos monstros de duelo. Ele pretendia acabar com as preocupações de Jaden a respeito dos Duelos das sombras. Ele joga com o baralho de Seto Kaiba, completo com seus três lendário Dragão branco de olhos azuis. O cartão que representa a si mesmo pode ser sacrificado para convocar um um Dragão branco de olhos azuis de sua mão.

Carta. 

 
Retirado do site: http://yugioh.wikia.com/wiki/Kaibaman

http://en.wikipedia.org/wiki/Yu-Gi-Oh!_GX_minor_characters

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Patch Adams.


Ficha técnica.

Patch Adams (PT)

Patch Adams - O amor é contagioso (BR) Estados Unidos

Ano: 1998

Tempo: 115 min

Produção Direção Tom Shadyac

Roteiro Steve Oedekerk

Elenco: original Robin Williams Daniel London Monica Potter Philip Seymour Hoffman

Gênero: comédia dramática

Idioma original: inglês

Patch Adams é um filme estadunidense de 1998, do gênero comédia dramática, dirigido por Tom Shadyac e baseado em livros de Patch Adams e Maureen Mylander.
Sinopse.

Após uma tentativa de suicídio e voluntariamente ser internado em um hospital psiquiátrico, Hunter "Patch" Adams descobre um belo dom de poder ajudar as pessoas usando o bom humor. Dois anos depois, Patch entra em uma universidade de medicina para se formar como um respeitável médico e ajudar o mundo colocando alegria no coração de seus pacientes. Em uma classe cheia, com pessoas desconfiando de suas notas e julgando mal seu modo de alegrar os doentes, Patch vai lutar contra um desafio, mas com isso vai por uma mensagem dentro da universidade que não só contagiará de alegria seus amigos, mas sim um mundo todo, pois ele provará que o Amor é contagioso.
Principais prêmios e indicações.

Oscar 1999 (EUA) Recebeu uma indicação na categoria de Melhor Trilha Sonora.
Globo de Ouro 1999 (EUA)

Recebeu duas indicações nas categorias de Melhor Filme em Comédia / Musical e Melhor Ator em Comédia / Musical (Robin Williams).

American Comedy Awards 1999 (EUA) Robbinn Williams foi indicado na categoria de Ator Mais Engraçado em Cinema.

Curiosidades.

Durante as filmagens, Robin Williams e todo o elenco buscaram ajudar na medida do possível as crianças da Make a Wish Foundation (Fundação Faça um Pedido), que trata de crianças que estão sob tratamento contra câncer, sendo que elas inclusive aparecem no filme, na cena em que o personagem de Williams visita as crianças no setor pediátrico;
Em um programa de entrevistas na televisão brasileira (Roda Viva) em 2007, Patch Adams afirmou que não concorda e nunca disse que "rir é o melhor remédio", e sim que "a amizade claramente é o melhor remédio". Disse que o filme Patch Adams de Tom Shadyac não condiz com a verdade ele disse que "o filme é bom e bonitinho, mas não faz o Brasil querer alimentar todos os cidadãos famintos e parar de matar o rio Amazonas. E eu quero proteger o Amazonas...”, criticou o governo, a que chamou de "fascista", assim como as indústrias de medicamentos, que só visam os lucros bilionários. Sua filosofia de vida é o amor, não apenas no âmbito hospitalar, mas nas relações sociais como um todo, independente de lugar. Tem por opinião que o objetivo do médico não é curar e sim cuidar; 
 No filme ele inicia a faculdade de Medicina com 40 anos, em 1969, sendo que na verdade ele tinha 24 anos neste ano; 
Nos anos 60, foi um de seus melhores amigos e não sua namorada, como visto no filme, que foi assassinado.  

trailer.



Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Patch_Adams_%28filme%29

sábado, 1 de janeiro de 2011

Sereia.


Sereia (do grego antigo: Σειρῆνας) é um ser mitológico, parte mulher e parte peixe (ou pássaro, segundo vários escritores e poetas antigos). É provável que o mito tenha tido origem em relatos da existência de animais com características próximas daquela que, mais tarde foram classificados como sirénios.
Filhas do rio Achelous e da musa Terpsícore. Eram tão lindas e cantavam com tanta doçura que atraíam os tripulantes dos navios que passavam por ali para os navios colidirem com os rochedos e afundarem. Odisseu, personagem da Odisséia de Homero, conseguiu salvar-se porque colocou cera nos ouvidos dos seus marinheiros e amarrou-se ao mastro de seu navio, para poder ouvi-las sem poder aproximar-se. As sereias representam na cultura contemporânea o sexo e a sensualidade.
Na Grécia Antiga, porém, os seres que atacaram Odisseu eram na verdade, retratados como sendo sereias, mulheres que ofenderam a deusa Afrodite e foram viver numa ilha isolada. Assemelham-se às harpias, mas possuem penas negras, uma linda voz e uma beleza única.
Segundo a lenda, o único jeito de derrotar uma sereia ao cantar seria cantar melhor do que ela.
Em 1917, Franz Kafka escreveu o seguinte conto O silêncio das sereias:
As sereias, porém, possuem uma arma ainda mais terrível do que seu canto: seu silêncio.

Sereia na mitologia.

Sereia, no mundo da mitologia e folclore, criatura que mora no mar, tem a cabeça e o tronco de mulher e a parte inferior do corpo igual à de um peixe. Nas numerosas histórias sobre elas, as sereias adivinham o futuro, outorgam poderes sobrenaturais às pessoas, enamoram-se dos mortais atraídos por suas canções, seduzindo-os, então, por sua beleza e convencendo-os a segui-las para o fundo do mar. Tanto a idéia de um amor ideal e fatal, como a de uma inalcançável beleza feminina, são partes inerentes desta lenda.

Outro tipo de sereia.

Dotadas de um canto irresistível que atrai os marinheiros para a morte nas águas, as sereias são, originalmente na mitologia grega, seres mistos de aves e belas mulheres. Porém a palavra “sereia” nas línguas portuguesa, espanhola, francesa, italiana e algumas outras é a mesma usada para representar uma criatura fantástica metade peixe e metade mulher. Embora esta sereia tenha alguma similaridade em poderes com a sereia grega, é outra criatura e na arte grega era representada como uma ave com cabeça de mulher ou então como uma mulher com asas e pernas de pássaro. Uma de suas possíveis origens é que eram companheiras de
Perséfone, e que ganharam as asas pelo poder da deusa Deméter, para que a ajudassem a procurar pela filha, quando esta foi raptada por Hades.

Televisão.
 
Tetis
Em Saint Seiya, Tetis é uma sereia subordinada a Poseidon/Julian Solo.

















Camie


Em One Piece, existe uma ilha onde moram tritões e sereias, sendo que destas últimas apareceram duas: Kokoro, viúva do Carpinteiro Tom, e Camie, amiga de Hachi. Foi revelado que, após os 30 anos de idade, as sereias ganham a habilidade de mudar sua cauda para duas pernas sempre que quiserem.












Retirado do site:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Sereia

http://www.mitosedeuses.hpg.ig.com.br/viagens/9/index_int_4.html

http://www.culturamix.com/cultura/historia/mitologia-grega-sereias-e-harpias
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