Yu-gi-oh!

Yu-gi-oh!
dragão branco de olhos azuis, dragão luminoso de olhos azuis e dragão supremo de olhos azuis.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

terça-feira, 27 de outubro de 2015

domingo, 25 de outubro de 2015

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Piratas.


Um pirata é um marginal que, de forma autônoma ou organizada em grupos, cruza os mares só com o fito de promover saques e pilhagem a navios e a cidades para obter riquezas e poder. O estereótipo mais conhecido do pirata se refere aos Piratas do Caribe e cuja época áurea ocorreu principalmente entre os séculos XVI e XVIII.

Pirataria.

Pirataria ou pirataria moderna, como alguns denominam, é a prática de vender ou distribuir produtos sem a expressa autorização dos proprietários de uma marca ou produto. Os principais produtos pirateados são roupas, calçados, utensílios domésticos, remédios, livros, softwares e CDs.
Além de poder frustrar o consumidor nos quesitos qualidade, durabilidade e eficiência, a pirataria de certos produtos, como remédios, óculos de sol e bebidas, por exemplo, pode representar sérios danos à saúde do consumidor.


História da pirataria.

O primeiro a usar o termo pirata para descrever aqueles que pilhavam os navios e cidades costeiras foi Homero, na Grécia antiga, na sua Odisseia. Os piratas são aqueles que pilham no mar por conta própria, embora hoje em dia este termo já seja aplicado a qualquer pessoa que viola alguma coisa.
Eles navegavam nas rotas comerciais com o objetivo de apoderarem-se das riquezas alheias, que pertencessem a mercadores, navios do estado ou povoações e mesmo cidades costeiras, capturando tudo o que tivesse valor (desde metais e pedras preciosas a bens) e fazendo reféns, para extorquir resgates. Normalmente esses reféns eram as pessoas mais importantes e ricas para que, assim, o pedido de resgate pudesse ser mais elevado.
Os piratas são considerados uns dos precursores dos conhecimentos de navegação marítima.
Na Idade Média, a pirataria passou a ser praticada pelos normandos, pelos Muçulmanos e piratas locais. Mais tarde esta história pirata difundiu-se pelas colônias europeias e no Japão, nomeadamente nas Caraíbas, onde os piratas existiam em grande quantidade, procurando uma boa presa que levasse riquezas das colónias americanas para a Europa, atingindo a sua época áurea no século XVIII.

Do fim do século XVI até o século XVIII, o Mar do Caribe era um terreno de caça para piratas que atacavam primeiramente os navios espanhóis, mas posteriormente aqueles de todas as nações com colônias e postos avançados de comércio na área. Os grandes tesouros de ouro e prata que a Espanha começou a enviar do Novo Mundo para a Europa logo chamaram atenção destes piratas.
As tripulações de piratas eram formadas por todos os tipos de pessoas, mas a maioria deles era de homens do mar que desejavam obter riquezas e liberdades reais. Muitos eram escravos fugitivos ou servos sem rumo. As tripulações eram normalmente muito democráticas. O capitão era eleito por ela e podia ser removido a qualquer momento.

Eles preferiam navios pequenos e rápidos, que pudessem lutar ou fugir de acordo com a ocasião. Preferiam o método de ataque que consistia em embarcar e realizar o ataque corpo a corpo.
No auge, os piratas controlavam cidades insulares que eram paraísos para recrutar tripulações, vender mercadorias capturadas, consertar navios e gastar o que saqueavam. Várias nações faziam vista grossa à pirataria, desde que seus próprios navios não fossem atacados. Quando a colonização do Caribe tornou-se mais efetiva e a região se tornou economicamente mais importante, os piratas gradualmente desapareceram, após terem sido caçados por navios de guerra e suas bases terem sido tomadas.
Desde aí a pirataria vem perdendo importância, embora em 1920 ainda tivesse a sua importância nos mares da China.


Código de Conduta.

As regras de cada capitão eram estabelecidas para cada um dos membros da tripulação. Aqui existia alguma incerteza acerca do comportamento aceitável entre os piratas num navio pirata normal. Quando as regras eram quebradas, a tripulação punia várias vezes sem dó nem piedade o infrator. Ainda assim, em alguns casos em que o pirata em questão desempenhava bem a sua função podia ser absolvido.


Exemplo de um código de conduta.


  • Todos os homens devem obedecer ao código civil; o capitão tem direito a uma parte e meia de todos os prêmios; o imediato, o carpinteiro, o mestre e o homem de armas têm direito a parte e um quarto.
  • Se alguém tentar fugir, ou guardar algum segredo do resto da tripulação, ele deve ser abandonado numa ilha deserta com uma garrafa de pólvora, uma garrafa de água, uma pequena arma e munições.
  •  Se alguém roubar alguma coisa, ou jogar, no valor de uns pesos, ele deve ser abandonado numa ilha deserta com uma pistola contendo uma única bala.
  • Se alguma vez nós nos tivermos de encontrar com outro pirata e esse homem seguir o seu código sem o consentimento do nosso capitão e da nossa tripulação, deve sofrer a punição como o capitão e a tripulação quiserem.
  •  O homem que desrespeitar estes artigos enquanto este código estiver em vigor, deve ser punido com a lei de Moisés.
  • O homem que abocanhar as suas armas ou fumar tabaco no porão, sem uma tampa no cachimbo, ou carregar uma vela acesa sem lanterna deve ter a mesma punição que o artigo anterior.
  •  O homem que não mantiver as suas armas prontas para o combate, que ficar noivo, ou se esquecer da sua função, deve sofrer qualquer punição que o capitão e a tripulação quiserem.
  • Se um homem perder o seu casamento deve ganhar 400 pesos.
  •  Se alguma vez te encontrares com uma mulher prudente, que esse homem se ofereça a intrometer-se com ela, sem o consentimento dela, deve sofrer morte certa.
  • O homem que fica para trás é deixado para trás.
 Recompensas da Pirataria.

Os piratas eram hábeis a recolher bens e riquezas espantosas nas suas incursões no oceano. As principais riquezas obtidas pelos piratas eram metais preciosos, dinheiro, joias e pedras preciosas. Mas a maioria pilhagens era feita aos mercadores, de quem roubavam linhos, roupas, comida, âncoras, cordas e medicamentos. A carga pilhada aos mercadores incluía artigos raros, tais como especiarias, açúcar, índigo e quinina.
A ideia dos tesouros enterrados é um mito, que está maioritariamente em livros com histórias de piratas. O pirata com o qual começou este mito foi o Capitão Kidd. Contudo, é possível que alguns piratas tenham escondido os seus tesouros deste modo, grande parte do dinheiro foi gasto a procurá-lo, mas sem sucesso.


 Corsários.

Também conhecidos como piratas eram homens que se dedicavam ao roubo de cargas de embarcações. Eram financiados por governos que queriam provocar prejuízos econômicos às nações inimigas. O período em que a ação destes corsários foi mais efetiva ocorreu entre os séculos XV e XVIII. Os corsários viviam fora da lei, realizando roubos e comércio ilegal de mercadorias. Eram organizados e costumam dar preferência pelo saque de embarcações carregadas de metais preciosos. A prática do corso foi extinta no século XIX, com o fortalecimento das nações. O Tratado de Paris (1856) colocou fim oficialmente a esta prática ilegal.


 Bucaneiro.

Em meados do século XVII, a palavra bucaneiro aplicou-se à maioria dos piratas e corsos que eram originários de bases das Índias Ocidentais.
Os bucaneiros eram piratas que, durante os séculos XVI e XVII, pilhavam principalmente o comércio espanhol com as suas colónias americanas. Os primeiros quartéis militares bucaneiros foram na ilha de Tortuga, sete quilómetros a noroeste da de Hispaniola.
O termo bucaneiro também se aplica às embarcações utilizadas pelos piratas e corsários da região e da época. Eram em geral embarcações de pequeno porte, assimiladas em porte aos destroyers, possuindo esse nome por serem um derivativo de "navio bucaneiro"; em função disso, é muito comum encontrar em textos, canções e folclore produzidos nos séculos XVI, XVII e XVIII o termo bucaneiro referindo-se ao navio e não ao pirata.
Durante os séculos XVII e XVIII a pirataria atingiu o seu ponto máximo e muitos piratas actuaram na altura.
Rapidamente a palavra bucaneiro se tornou comum, e no século XVII foi usado para denominar os piratas e corsos que tinham formado fortalezas nas Índias Ocidentais.


 Lista de piratas.

  •  Klaus Störtebeker (corsário e pirata)
  • Anne Bonny (pirata)
  • Pier Gerlofs Donia - o "Grutte Pier" (pirata)
  •  Bartholomew Roberts (pirata)
  •  Charles Vane (pirata)
  • Grace O'Malley (pirata)
  • Edward Teach – o "Barba Negra" (pirata)
  •  Sir Francis Drake (corsário)
  •  Henry Morgan (corsário e bucaneiro)
  • John Rackham (pirata)
  •  Wijerd Jelckama (bucaneiro)
  • L'Olonnais (bucaneiro)
  • Martin Tromp (corsário)
  •  Mary Read (pirata)
  •  Roc Brasileiro (bucaneiro)
  •  Capitão Kidd (corsário - pirata)
  • Henry Avery (pirata)
  •  Edward Low (pirata)
  Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pirata

http://www.suapesquisa.com/o_que_e/corsarios.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bucaneiro


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Imagens legais 19.

Tsunade

Erza Scarlet

Kisame Hoshigaki

Hinata Hyuuga

Ho-oh

Shiryu de Dragão

Shun de Andrômeda

Tai e Metalgreymon

sábado, 17 de outubro de 2015

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

terça-feira, 13 de outubro de 2015

domingo, 11 de outubro de 2015

Fúria de Titãs clássico.


Ficha técnica.

Título no Brasil:
Fúria de Titãs 

Título Original: Clash of the Titans 
País de Origem: EUA 
Gênero: Aventura 
Classificação: 14 anos 
Tempo de Duração: 118 minutos 
Ano de Lançamento: 1981 
Estúdio/Distrib.: Warner Home Vídeo 
Direção: Desmond Davis

Elenco. 

Laurence Olivier ... Zeus
Claire Bloom ... Hera 

Maggie Smith ... Thetis 
Ursula Andress ... Aphrodite 
Jack Gwillim ... Poseidon 
Susan Fleetwood ... Athena
Pat Roach ... Hephaestus
Harry Hamlin ... Perseus
Judi Bowker ... Andromeda
Burgess Meredith ... Ammon
Siân Phillips ... Cassiopeia
Freda Jackson ... Stygian Witch
Tim Pigott-Smith ... Thallo
Flora Robson ... Stygian Witch 

Anna Manahan ... Stygian Witch

Sinopse.

Você se lembra das terras onde o ciclope vaga (Simbad e a Princesa), esqueletos lutam (Jasão e o Velo de Ouro) e cavaleiros laçam dinossauros? Estas figuras fazem parte do universo de Ray Harryhausen, o mestre dos efeitos que também está por trás de Fúria de Titãs. Deuses no Olimpo, terríveis monstros mitológicos e heróis mortais fazem deste espetáculo de imaginação uma aventura imperdível. Harry Hamlin é Perseu, o filho mortal de Zeus (Laurence Olivier), que luta para salvar a vida da princesa Andrômeda (Judi Bowker) do monstro marinho Kraken. Para tal, ele precisa de uma arma tão letal quanto difícil de conseguir: a cabeça de Medusa! Acompanhado de um grupo de corajosos guerreiros e montado no fabuloso Pégaso, o cavalo alado, Perseu parte em uma aventura sem precedentes pelas terras fantásticas da mitologia grega.


Retirado do site: http://ja1000historiaecinema.blogspot.com.br/2009/05/classico-furia-de-titas.html

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

sábado, 3 de outubro de 2015

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

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