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Liderança e negociação.

Liderar quem tem pouca ou nenhuma noção de autoridade e subordinação é uma tarefa que no mínimo nos traz desgaste e desânimo. A capacidade de negociar é hoje um grande trunfo de líderes que conduzem equipes vencedoras. Já temos percebido há muito que “bater de frente” com interesses, valores e conceitos dos liderados geralmente traz muito mais prejuízo que vantagens.
Quando falamos de líderes, não estamos nos referindo apenas àqueles que exercem funções gerenciais, de chefia ou que detêm algum poder formal nas estruturas hierárquicas. Referimo-nos a todos que precisam obter resultados com e por intermédio de outras pessoas, independentemente de sua posição, cargo ou contexto em que esteja atuando.

 Negociar não significa colocar “tudo” em discussão e nem implica na prevalência da opinião da maioria, negociar, antes de tudo, significa colocar com clareza as regras que irão reger as relações de grupo. Negociar é deixar claros princípios e valores fundamentais para que esta relação flua. Negociar também, quando as regras já estão definidas, é a capacidade de assertividade, perceber-se no outro e buscar fórmulas para satisfazer necessidades individuais e em grupo. Buscar de forma coletiva, mas deixar claro que haverá sempre um filtro, equilibrado e sensato da liderança. Com ações simples no dia a dia a equipe deve perceber que a liderança está sempre buscando as melhores soluções. Para atender necessidades coletivas e individuais. Isso também é negociar e deve fazer parte das ações de liderança.
Um bom líder ajuda no desenvolvimento de todos ao redor, pois sabe escutar, colocar-se no lugar do outro e agir com justiça.

Usando suas habilidades pessoais, aliadas às boas técnicas de negociação, os verdadeiros líderes são capazes de se transformar em "agentes de resultados".

 13 dicas para ser um grande líder.

1. Ser líder de si próprio.


 Antes de liderar os outros, é preciso liderar a si mesmo, ou seja: se conhecer, identificar seus pontos fortes e fracos e ter inteligência emocional. 

2. Ter autoconfiança. 

O autoconhecimento leva à autoconfiança.

 3. Ser livre.

 Se conhecendo e tendo autoconfiança, pode-se gozar do mais nobre sentimento. 

4. Ter humildade. 

Um bom líder assume suas fraquezas e age com inteligência para se superar. O próximo passo é aprender humildade tem relação com tolerância e generosidade. Os humildes suportam melhor as falhas dos outros. 

5. Ser coerente. 

Falar e agir na mesma direção é fundamental.

6. Ter objetivos. 


Saber o que se quer alcançar para si próprio ou para o seu trabalho, por onde ir e como ir, é muito importante.

 7. Saber escolher os parceiros. 

Ela reconhece o talento de cada um e o explora, potencializando-o. 

8. Ser perseverante. 

Não ter preguiça nem medo dos desafios.

 9. Fazer a coisa acontecer. 

A grande ideia não é nada sem ser realizada. Uma boa líder une essas pontas.

10. Pôr a mão na massa. 


Se de um lado o líder coordena e delega de outro participa da execução.

11. Impor limite e regra.

 Limites e regras orientam e organizam as ações e as ideias, por isso são necessários.

 12. Ter o desejo de se superar. 

O verdadeiro líder não se dá por satisfeito, ela tem aspirações sempre maiores. 

13. Ter compromisso. 

Um bom líder assume responsabilidades, se envolve nos projetos, pode ser uma viagem, festa ou um plano de trabalho.

Retirado do site: http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/lideranca-e-capacidade-de-negociacao-fator-fundamental-para-o-sucesso/27290/

http://www.institutomvc.com.br/costacurta/artem04_liderancanegociacao.htm

http://mdemulher.abril.com.br/carreira-dinheiro/reportagem/carreira/lider-trabalho-carreira-618595.shtml


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Top 5 da Semana

Wolverine.

A primeira aparição de Wolverine foi na revista The Incredible Hulk #180, em Outubro de 1974, em história escrita por Len Wein e desenhada por Herb Trimpe. A partir daí, o personagem fez aparições em várias publicações da Marvel Comics, até fazer sua maior participação em The Incredible Hulk #181, em Novembro de 1974 novamente em história de Wein e Trimpe. John Romita desenhou o personagem em uniforme amarelo e azul e foi apresentado apenas como sendo um agente super-humano do governo canadense. Nessas aparições, suas garras não eram mostradas retráteis, embora Len Wein já tenha dito que elas sempre foram desenhadas com essa ideia.                                                            ...

Cubone provável origem.

O Cubone pode ser o filho do kangaskhan, conforme mostra esse quadrinho. Isso explica o porque dele chorar pela falta da mãe. Essas são três possíveis linhas de evoluções do Cubone. Olhe a semelhança do filho do kangaskhan  para o Cubone , são exatamente iguais.

Grifo.

 Grifo é uma criatura lendária com cabeça e asas de águia e corpo de leão. Sua conotação é (geralmente) positiva; pois representa a águia (rainha das aves) e o leão (rei dos animais terrestres). Fazia seu ninho perto de tesouros e punha ovos de ouro sobre ninhos também de ouro. Outros ovos são frequentemente descritos como sendo de ágata. Os grifos eram seres guardiães, que se cria guardarem tanto a cratera de vinho do deus Dioniso como o tesouro de Apolo situado no país dos Hiperbóreos, na Cítia. Os grifos em geral cruzam com éguas. Desse cruzamento damos o nome de hipogrifo, mas tais cruzamentos são, de forma, raros. Figura do Grifo. Figura mitológica, o grifo era um ser fantástico que pertenceu a várias mitologias e foi reproduzido em diversas alturas da História, sendo bastante recorrente na Antiguidade, na Idade Média e na época renascentista. A figura do grifo aparentemente surgiu no Oriente Médio onde babilônios, assírios e persas representaram a criatura em pinturas ...

Bem Vindos à Hogwarts!

Esfinge.

A Esfinge ou Sphinx é uma criatura da tanto da mitologia egípcia quanto da grega. Esfinge é uma imagem icónica de um leão estendido com a cabeça de um falcão ou de uma pessoa, presente tanto na mitologia grega, quanto na arquitetura egípcia. São criaturas mistificadas como traiçoeiras e impiedosas. Na arte decorativa europeia, a esfinge teve um grande ressurgimento durante o Renascimento. Mais tarde, as esfinges, que seguiam muito o conceito original egípcio, foram incorporadas em muitas outras culturas, embora muitas vezes interpretadas de forma bastante equivocada, devido a problemas nas traduções dos escritos originais, e da evolução do conceito em relação a outras tradições culturais. Geralmente, o papel das esfinges está associado a grandes estruturas arquitetónicas, como tumbas reais e templos religiosos. A esfinge mais antiga conhecida foi encontrada perto de Gobekli Tepe, em Nevali Cori, Turquia, datada de 9.500 a.C. Esfinge egípcia. A mitologia egípcia retrata a esfinge c...