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Frankenstein.


Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein: or the Modern Prometheus, no inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. Mary Shelley escreveu a história quando tinha apenas 19 anos, entre 1816 e 1817, e a obra foi primeiramente publicada em 1818, sem crédito para a autora na primeira edição. Atualmente costuma-se considerar a versão revisada da terceira edição do livro, publicada em 1831, como a definitiva.
O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental.
Ao contrário da forma como se tornou conhecida no cinema, a criatura de Frankenstein não era verde e sim amarela, como a própria autora o descreve no capítulo 5 da obra.


O nome da criatura.

Embora a cultura popular tenha associado o nome Frankenstein à criatura, esta não é nomeada por Mary Shelley. Ela é referida como “criatura”, “monstro”, “demônio”, “desgraçado” por seu criador. Após o lançamento do filme Frankenstein em 1933 o público passou a chamar assim a criatura. Isso foi adotado mais tarde em outros filmes. Alguns argumentam que o monstro é, de certa forma, um “filho” de Victor, e portanto pode ser chamado pelo mesmo sobrenome.
Frankenstein é o antigo nome de uma antiga cidade na Silésia, local de origem da família Frankenstein. Mary Shelley teria conhecido um membro desta família, o que possivelmente influenciou sua criação.


Edições.


Mary Shelley completou o romance em 1817 e Frankenstein ou o moderno Prometeu foi publicado em 1 de janeiro de 1818 por uma pequena editora de Londres, a Lackington, Hughes, Harding, Mavor & Jones, após ter sido rejeitada por duas outras editoras. A publicação não continha o nome da autora, somente um prefácio escrito por Percy Bysshe Shelley, seu noivo, e uma dedicatória a William Godwin, seu pai. A primeira edição foi feita em três volumes e teve impressas somente 500 cópias.

Apesar das críticas desfavoráveis, a edição teve um sucesso de público quase imediato. Ficou bastante conhecida, principalmente através de adaptações para o teatro, e a obra foi traduzida para o francês.
A segunda edição de Frankenstein foi publicada em 11 de agosto de 1823 em dois volumes, desta vez com o crédito como autora para Mary Shelley.
Em 31 de outubro de 1831 a editora Henry Colburn & Richard Bentley lançou a primeira edição popular em um volume. Esta edição foi significativamente revisada por
Mary Shelley, e continha um novo e longo prefácio escrito por ela, relatando a gênese da história. Esta edição é a mais conhecida e mais usada como base para traduções.


Adaptações.

O romance foi primeiramente adaptado para o teatro, e posteriormente para um grande número de mídias, incluindo rádio, televisão e cinema, além de quadrinhos. Thomas Edison realiza em 1910 a primeira adaptação cinematográfica da obra de Shelley.
A primeira adaptação para o cinema foi feita pelos Edison Studios em 1910. Foi produzida por Thomas Edison e trazia Charles Ogle no papel da criatura. Uma das mais famosas transposições do romance para as telas é a realizada em 1931 pela Universal Pictures, dirigida por James Whale, com Boris Karloff como o Monstro. Esta adaptação deu a aparência mais conhecida do monstro, com uma cabeça chata, eletrodos no pescoço e movimentos pesados e desajeitados (apesar do livro descrever a criatura como extremamente ágil). Este filme tornou-se um clássico do cinema.
As representações do Monstro e sua história têm variado bastante, de uma simples máquina de matar sem capacidade de reflexão a uma criatura trágica e plenamente articulada, o que seria mais próximo do retratado no livro.
O romance Frankenstein ainda serviu como inspiração para o filme Edward Mãos de Tesoura (1990), de Tim Burton o qual inclui a participação de Johnny Depp como Edward.


Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Frankenstein

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Top 5 da Semana

Wolverine.

A primeira aparição de Wolverine foi na revista The Incredible Hulk #180, em Outubro de 1974, em história escrita por Len Wein e desenhada por Herb Trimpe. A partir daí, o personagem fez aparições em várias publicações da Marvel Comics, até fazer sua maior participação em The Incredible Hulk #181, em Novembro de 1974 novamente em história de Wein e Trimpe. John Romita desenhou o personagem em uniforme amarelo e azul e foi apresentado apenas como sendo um agente super-humano do governo canadense. Nessas aparições, suas garras não eram mostradas retráteis, embora Len Wein já tenha dito que elas sempre foram desenhadas com essa ideia.                                                            ...

Deoxys

Origem do nome - Uma brincadeira com a palavra "Deoxyribonucleic Acid" (DNA). As iniciais das formas de Deoxys, Deffense, Normal, Attack e Speed, formam a palavra DNAs. Sobre ele na Pokedex: Deoxys emergiu de um vírus que veio do espaço. É altamente inteligente e possui poderes psicocinéticos. Esse Pokémon lança lasers do órgão cristalino no seu tórax. FireRed - Este Deoxys transformou-se em sua forma agressiva. Pode enganar inimigos alterando sua aparência. LeafGreen - Quando muda de forma, uma aurora aparece. Absorve ataques mudando sua estrutura celular. Ruby - O DNA de um vírus espacial submeteu-se a uma mutação repentina em contato com uma explosão de laser e resultou em Deoxys. O órgão cristalino no peito desse pokémon parece ser seu cérebro . Sapphire - Deoxys emergiu de um vírus que veio do espaço. É altamente inteligente e tem poderes psicocinéticos. Este Pokémon dispara lasers do órgão cristalino em seu peito. Emerald - Um Pokémon que surgiu de uma mutação, ...

Cubone provável origem.

O Cubone pode ser o filho do kangaskhan, conforme mostra esse quadrinho. Isso explica o porque dele chorar pela falta da mãe. Essas são três possíveis linhas de evoluções do Cubone. Olhe a semelhança do filho do kangaskhan  para o Cubone , são exatamente iguais.

Grifo.

 Grifo é uma criatura lendária com cabeça e asas de águia e corpo de leão. Sua conotação é (geralmente) positiva; pois representa a águia (rainha das aves) e o leão (rei dos animais terrestres). Fazia seu ninho perto de tesouros e punha ovos de ouro sobre ninhos também de ouro. Outros ovos são frequentemente descritos como sendo de ágata. Os grifos eram seres guardiães, que se cria guardarem tanto a cratera de vinho do deus Dioniso como o tesouro de Apolo situado no país dos Hiperbóreos, na Cítia. Os grifos em geral cruzam com éguas. Desse cruzamento damos o nome de hipogrifo, mas tais cruzamentos são, de forma, raros. Figura do Grifo. Figura mitológica, o grifo era um ser fantástico que pertenceu a várias mitologias e foi reproduzido em diversas alturas da História, sendo bastante recorrente na Antiguidade, na Idade Média e na época renascentista. A figura do grifo aparentemente surgiu no Oriente Médio onde babilônios, assírios e persas representaram a criatura em pinturas ...