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Mago.



Mago ou magi (plural do termo persa magus, significando tanto "imagem" quanto "[homem] sábio") é um termo usado desde o século IV a.C. para denotar um seguidor de Zoroastro, ou ainda, um seguidor do que a Civilização helenista associava com o Zoroastro, o que, em suma, era a habilidade de ler as estrelas e manipular o destino que elas previam. O sentido anterior ao período helenista é incerto.

Mago atualmente denota aquele que pratica a magia ou o ocultismo. No entanto, pode indicar também alguém que possui conhecimentos e habilidades superiores como, por exemplo, quando se diz que um músico é um "mago dos teclados" por tocar com perfeição o instrumento musical.

A Bíblia traduz os magos como homens sábios. O termo também tornou-se familiar com os magos que visitaram o menino Jesus no Evangelho de Mateus, capítulo II.


Alguns magos famosos.

Nicholas Flamel: Pesquisadores afirmavam que Flamel se envolveu com arte das trevas quando ele viajou para Santiago de Compostela. Quando ele retornou como um mago, as pessoas notaram que ele e sua esposa haviam se tornado extremamente ricos e concluíram que ele usou seus poderes mágicos para isso.

Na verdade, a riqueza de Flamel veio das duas lojas que ele possuía e de uma herança que sua esposa recebeu. Nicholas Flamel morreu em 1418, mas sua história continua sendo amplamente contada até hoje.


Cornelius Agrippa: Muitas vezes referido como o maior mago de todos os tempos, Agrippa foi um escritor excepcional. Ele escreveu alguns livros sobre o funcionamento das artes das trevas e seus usos. Um de seus livros mais famosos é o "De Occulta Philosophia Libra Tres" que pode ser traduzido como "Os Três Livros da Filosofia Oculta", um livro que mostra o sistema de magia em três níveis: natural ou alquimia, astronomia e a magia vocal ou convocação dos espíritos.

Ele acreditava e escreveu que toda magia estava enraizada na obra divina. Agrippa estudou o ocultismo e chegou a um ponto que ele escreveu sobre a convocação de espíritos para se livrar das pragas ao redor da casa. Embora tenha sido um mago poderoso, ele desistiu de tudo isso em torno de 1530, já que tinha certeza que estudar e acreditar no ocultismo iria levá-lo para o inferno. Ele mesmo advertiu os leitores sobre como usar esses poderes.


Aleister Crowler: Ele foi o maior ocultista do mundo e moldava a forma como os ocultistas modernos trabalhavam com magia. Ele era muito interessado em alquimia e, mais tarde, ingressou na Ordem da Aurora Dourada. Suas crenças e funcionamento foi a raiz das rixas entre as filiais da Ordem na Inglaterra e na França. Logo ele deixou a Ordem e fundou seu próprio grupo.

Ele alegou que recebeu instruções de Aiwass (mensageiro de Hórus, deus egípcio), que lhe disse que ele era o novo profeta e que sua sociedade tinha como lei fazer o que quisesse. Ele, então, se estabeleceu na Sicília e conjurava espíritos do antigo Egito. Estava sempre envolvido na regressão da morte e afirmou que se lembrava de coisas de sua vida anterior.


Atualmente.

Nos dias de hoje a magia foi revivida em seu aspecto ritualístico, principalmente pela Ordem Hermética do Amanhecer Dourado ("Hermetic Order of the Golden Dawn"), na Inglaterra ao final do século XIX.

Retirado do site:https://pt.wikipedia.org/wiki/Mago
 
http://www.megacurioso.com.br/personalidades/48040-10-magos-bruxos-mais-famosos-do-mundo.htm

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