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Odin.




Odin, ou Ódin (em nórdico antigo: Óðinn) também chamado de Votan, é considerado o principal deus da mitologia nórdica. Era filho de Borr e da Jotun ("gigante") Bestla, irmão de Vili e Ve, esposo de Frigg e pai de muitos dos deuses. Tais como Thor, Baldr, Vidar e Váli.
É o Deus supremo do reino de Asgard, onde que habitam os deuses nórdicos. Odin é considerado o deus da sabedoria, da magia, da poesia e da guerra, da profecia, da vitória e da caça. É protetor dos mortos em batalha e dos magos, conhece os mistérios das runas e de outras magias.
Odin mora no palácio de Valaskjálf, que ele construiu para si, localizado em Asgard a terra dos deuses. Fica sentado em seu trono Hliðskjálf, de onde podia observar o que acontecia em todos os 9 mundos.
A principal arma de combate de Odin é uma poderosa lança denominada Gungnir, que lançava montado em seu lendário cavalo de 8 patas chamado Sleipnir. Ele também era protegido por dois corvos chamados Hugin (Espírito e Razão), e Munin (Memória e Entendimento), que após percorrerem o mundo, pousavam sobre os seus ombros para contar tudo que haviam presenciado. E também dois lobos que ficavam de guarda a seus pés e que se alimentavam de
toda carne, inclusive humana, que era ofertada aos Deuses. Como deus da guerra, uma das principais funções de Odin, era enviar as Valquírias, para recolher os corpos dos guerreiros, e enviá-los para o Valhala, onde participariam de banquetes e lutas constantes.


Dia da semana de dedicação.

A quarta-feira, dia que é dedicado ao deus, tomou as denominações, no inglês, wednesday (antigo saxão, wôdanes dag, anglo-saxão, vôdnes dag), no holandês, woensdag (médio-neerlandês, woensdach), no sueco e dinamarquês, onsdag (Old Norse, odinsdagr), e no dialeto da Vestefália,
godenstag ou gunstag.

Disfarces.

Em muitas passagens, descrevem-se as andanças de Odin, em que se apresenta sob o disfarce de um viajante baixo e de cabelos escuros, envolvido numa enorme capa azul ou cinza, com um chapéu de abas largas, quebradas acima do olho perdido e o outro olho negro faiscante, como nas baladas édicas Vafþrúðnismál e no Grímnismál, e com os nomes significativos de Gagnrad (o que determina a vitória), Grimnir (o disfarçado), além do Hávalmál (parte III) e nos Baldrs Draumar, respectivamente com os nomes Hár (o elevado, o eminente, o sublime) e Vegtam (o acostumado aos caminhos).

 As lendas.


Muitas lendas cercam o deus nórdico, dentre elas que, Odin desejava ser conhecedor dos mistérios mágicos, para tanto realizou um ritual de sacrifício, se pendurando na árvore do mundo, Yggdrasil, de cabeça para baixo, ferido por sua própria lança, durante nove dias e 9 noites, com fome e sede.
No fim avistou no chão runas mágicas e as recolheu para si.
Ainda não satisfeito, pediu permissão para o Gigante Mimir, para beber água
na "Fonte do Conhecimento" e para tanto pagou o preço de ficar sem um de
seus olhos. Segundo a mitologia nórdica, na batalha do fim do mundo
denominada Ragnarök, Odin guiará os deuses e homens que combaterão
contra as forças do mal. Mas neste combate, o deus Odin será morto pelo lobo
Fenrir.




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